SETOR DE HOMICÍDIOS

Procurado autor de latrocínio

PERIGOSO Renan matou guarda civil metropolitano em Itaquá. (Foto: divulgação)
PERIGOSO Renan matou guarda civil metropolitano em Itaquá. (Foto: divulgação)

Com o esclarecimento do latrocínio (morte seguida de roubo) do guarda civil metropolitano de São Paulo José Soares de Albuquerque, o delegado Rubens José Angelo, titular do SHPP (Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes), atingiu o número 100 de crimes contra a vida praticados em Mogi e na região do Alto Tietê e que foram elucidados. Em 3 de julho último, a vítima que se encontrava com a sua motocicleta em Itaquaquecetuba perto de um caminhão se tornou alvo de dois bandidos, um deles atirou e atingiu a nuca de José Soares. Ele foi socorrido e faleceu no Hospital Santa Marcelina.

Os autores do crime roubaram a pistola automática, de calibre 380, do guarda civil. No local do latrocínio, na rua Malásia, no Jardim Adriane, equipe do SHPP e a Polícia Científica fizeram os primeiros levantamentos em busca de pistas.

“Após 9 dias de investigações conseguimos identificar um dos autores do delito, Renan Silva de Souza que está foragido. Foi necessário intenso trabalho de investigação e inteligência policial”, ressaltou o titular Rubens Angelo.

Ele esclareceu que o criminoso José Soares pretendia roubar a carga de eletrodomésticos do caminhão, mas viram o guarda metropolitano no local. “A vítima estava com colete e armado e Renan acreditou que Soares pudesse reagir, pois vestia colete à prova de bala e, então, disparou em direção da cabeça dele”.

O guarda tinha 60 anos e estava há 26 anos na corporação. No dia de sua execução, estava de férias. A Justiça decretou a prisão temporária de Renan Silva na Comarca de Itaquá. Foi descoberto que o bandido já agia quando era menor e após 18 anos passou a ter antecedentes criminais por três roubos.

“O marginal roubava sempre do mesmo modo e tentou levar a carga que era descarregada em Itaquá”, destacou Rubens Angelo. “As buscas prosseguem para prendermos Renan e o comparsa dele, e ainda recuperar a arma do guarda”, concluiu o delegado.

Laércio Ribeiro

Laércio Ribeiro

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