MEIO AMBIENTE

Mogi das Cruzes é qualificada para selo VerdeAzul

(Vitoria Mikaelli)
Com a participação, a cidade pode pleitear recursos do Fundo Estadual de Controle da Poluição (Foto: arquivo)

Mogi das Cruzes conquistou o Certificado de Qualificação Município Verde Azul de 2019. A cidade obteve sua primeira certificação do programa no ano passado, ficando na 58ª colocação entre 73 municípios paulistas que foram premiados, e tem como objetivo repetir o bom desempenho este ano. O programa trabalha em duas etapas, sendo uma no meio do ciclo (julho) e a certificação final, na qual acontece a premiação do “Selo VerdeAzul”, que este ano ocorrerá no dia 13 de dezembro, no Palácio dos Bandeirantes. A conquista mogiana ocorreu na semana passada, em Bauru, e foi divulgada ontem pela Prefeitura.

A diretora de Meio Ambiente, Patricia Cesare, coordenado dos trabalhos do Grupo Intersecretarial, conta que “o Município Verde Azul foi criando em 2007 e Mogi participa desde 2011. De lá pra cá, viemos numa ascendência e conseguimos entender o propósito e o objetivo do projeto, que é medir e apoiar a eficiência da gestão ambiental nos municípios paulistas”. Com a participação, a cidade pode pleitear recursos do Fundo Estadual de Controle da Poluição (Fecop).

Da 341ª colocação em 2011, a cidade evoluiu em 2012 (299º lugar), em 2013 (252º lugar), em 2014 (202º lugar), em 2015 (172º lugar), em 2016 (134º lugar) e em 2017 (63º lugar, o que garantiu a conquista do Prêmio Franco Montoro). No ano passado, a 58ª colocação assegurou a certificação inédita ao município.

São analisadas 10 diretivas durante o processo. Mogi atingiu um total de 77,68 pontos e ficou com a 20ª posição, um resultado considerado bom. “Temos um cronograma de trabalho bem definido daqui para frente, com análises e correções, capacitações, reuniões técnicas e a elaboração dos últimos relatórios para Certificação Final”, detalha Patrícia.

O município ficou em 2º lugar no item Resíduos Sólidos, em 4º no quesito Esgoto Tratado, em 9º para Arborização Urbana, obteve a 11ª posição em Uso do Solo, ficou em 17º em Biodiversidade e em 21º lugar em Qualidade do Ar. As demais diretivas são Município Sustentável (26º lugar), Estrutura e Educação Ambiental (38ª posição), Gestão das Águas (48º) e finalmente Conselho Ambiental (52º).


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