INVESTIGAÇÃO

Após nove anos, Polícia esclarece crime e prende acusado de assassinato de mogiana

Pamela Aparecida da Silva, de 14 anos, foi morta em 2010. (Foto: arquivo)

O assassinato e estupro de Pamela Aparecida da Silva, de 14 anos, filha de Marli da Silva e de Manoel Amardo da Silva, cometido, às 14h30, do dia 9 de junho de 2010, em um terreno baldio, na esquina das ruas Santa Virgínia e Dos Tomates, na Vila Nova Estação, foi esclarecido pelo delegado Rubens José Angelo, titular do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, e a sua equipe, conforme ele divulgou à imprensa nesta terça-feira.

De acordo com as investigações desenvolvidas no decorrer dos anos, pois da data do crime se passaram quase 10 anos, o autor da violência praticada contra a garota trata-se do vizinho da família à época identificado como Claudinor dos Santos, de 46 anos. Ele está atualmente preso na Penitenciária de Lucélia, no Interior de São Paulo, por ter estuprado uma de suas enteadas.

O delegado Rubens Angelo mandou realizar levantamento sobre a vida pregressa do criminoso e foi descoberto que ele já tinha antecedentes por cometer dois estupros e um atentado violento ao pudor, além de tráfico de drogas e roubo, entre outros delitos, portanto para a autoridade ele é um ‘bandido perigosíssimo”.

A pequna Paloma foi encontrada morta por estrangulamento; ela estava seminua e tudo indicava que havia sido violentado, conforme comprovou os exames realizados no seu corpo pelo Instituto Médico Legal.

A pedido do delegado Rubens José Angelo o juiz de Direito Tiago Ducatti Lino Machado, da 3ª Vara Criminal de Mogi das Cruzes, decretou a prisão temporária de Claudionor dos Santos. A Polícia chegou até o maníaco depois de cruzar informações. “Foi um serviço de inteligência e acompanhamento policial”, frisou a autoridade.

Quando concluir o inquérito, o titular vai requisitar a prisão preventiva do assassino.


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