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Associação Comercial de Mogi aprova antecipação de feriado e fala da futura retomada da atividade econômica

EXPECTATIVA No calçadão da rua Dr. Paulo Frontin estão inúmeras lojas, que esperam reabrir no mês que vem, sem interrupção para feriados. (Foto: Fábio Aguiar)
EXPECTATIVA No calçadão da rua Dr. Paulo Frontin estão inúmeras lojas, que esperam reabrir no mês que vem, sem interrupção para feriados. (Foto: Fábio Aguiar)3

A antecipação de feriados é uma medida positiva, que deve beneficiar a retomada da economia a partir de junho, segundo avalia a direção da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC). Os feriados municipais foram antecipados pelos governos municipal e estadual para amanhã e na segunda-feira (25).

O feriado municipal de Corpus Christi foi antecipado de 11 de junho para essa sexta-feira. Já o feriado da Revolução Constitucionalista, de 9 de julho, deverá ser comemorado na segunda-feira.

“Diante da perspectiva de flexibilização do comércio a partir de junho, essa antecipação de feriados é positiva para a retomada da economia, pois evitará interrupções no ritmo das atividades”, afirma Marco Zatsuga, presidente da ACMC.

Segundo ele, a antecipação eliminará, ainda, as emendas dos feriados que o calendário oficial traria. Isso porque 11 de junho e 9 de julho caem em quinta-feira, com uma ponte na sexta-feira/sábado/ domingo.

“Os feriados prolongados impactam negativamente a maior parte do comércio, pois muitas pessoas viajam. Além do feriado em si, essa antecipação vai eliminar as emendas e teremos mais dias úteis para o funcionamento das lojas. Mas isso tudo contando com a flexibilização das atividades a partir de junho”, pondera Zatsuga.

O comércio, em especial os segmentos com restrições como vestuário e calçados, tem sofrido perdas desde o início da quarentena. No Dia das Mães, por exemplo, as vendas recuaram 41%, segundo pesquisa da Boa Vista Serviços. O movimento de vendas na data costuma ficar atrás apenas do Natal.

“O fechamento das lojas restringe as opções para os consumidores. As transações eletrônicas ajudam, mas não o suficiente para compensar as vendas físicas. A retomada das atividades é essencial para conter os prejuízos e evitar o fechamento de empresas e o desemprego”, conclui Zatsuga.


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