Aterro sanitário

Parabéns ao nosso prefeito Marcus Melo, que tem olhado com idealismo, muito amor e carinho por nossa cidade. ele tem razão em não aceitar um aterro sanitário em nossa região, pois esse sistema desatualizado já provou não ser seguro, a exemplo do desastre do aterro de itaquá, que até hoje não está resolvido. o aterro sanitário provoca impacto no solo e na água com riscos para a saúde; perda do valor imobiliário e estético, perda da flora e fauna, promovendo riscos à saúde humana por meio da cadeia alimentar, além de incômodo do odor, riscos de incêndios e explosão, intensificação do efeito estufa, perigo para a camada de ozônio, riscos para as unidades. até quando a sociedade sofrerá com essas injustiças? e assim permanecemos de impactos em impactos, de destruição em destruição, de doenças em doenças, de dramas em dramas (Mariana, brumadinho, Porto Velho, que embora o material seja outro, o caminho a que leva é o mesmo), até a sociedade, como esta de Mogi, concluir que só ela pode mudar este quadro. Temos várias alternativas mais limpas que já são usadas por países mais avançados, como a gaseificação. onde está o projeto da sabesp que transforma o lixo não reciclável na geração de energia através da transformação do resíduo em vapor? (Modelo/baviera). Temos tudo para isso. até a indústria para usá-lo. não podemos nos esquecer que se um aterro sanitário for feito no Taboão, terá um impacto de influência direta no sistema aquífero Taubaté, no miolo do Taboão, descarga natural da bacia do rio Paraíba, aPa federal. a busca de alternativa mais limpa é uma questão de justiça ambiental e compromisso ético ambiental com estas e as futuras gerações. responsabilidade social, liberdade para o Progresso.


Marcia Brasil R. Abrahão
marciabrasilabrahao@gmail.com