CARTAS

Bases comunitárias

Com a passagem do tempo, vemos diversos setores ligados à Segurança e Administração Pública buscando funcionar da melhor maneira possível. Mas vemos também que, por outro lado, a criminalidade continua atingindo níveis muito elevados. E, por isso, me chamou a atenção uma reportagem deste jornal O Diário sobre a situação das bases comunitárias da Polícia Militar, que estão deixando de atender à comunidade. Diante dessa situação, tenho uma sugestão a fazer.

Eu manteria, com certeza, as bases comunitárias já existentes, pois foram uma conquista do povo. Perder as bases seria um retrocesso. Porém, contemplaria também Jundiapeba e César de Souza. Todo distrito teria uma base comunitária ou uma base móvel.

E quanto ao efetivo, sugiro a junção da Guarda Municipal e a Polícia Militar, que passariam a trabalhar juntas, em um rodizio diário para se manter as bases abertas por 24 horas, ou em horários administrativos, como acontecia em Ferraz de Vasconcelos e outras cidades em anos anteriores. Verificaria, com certeza, as áreas suburbanas onde o fluxo de pessoas é muito grande, com revistas pessoais em pessoas suspeitas. Com certeza, muitos crimes premeditados seriam evitados.

Como cidadão preocupado com a segurança da população (de que faço parte), sugiro a adoção dessas medidas para termos as bases abertas e mantermos essa ferramenta de segurança tradicional e que não pode ser extinta dessa forma, pois seria uma vitória para criminalidade. E isso jamais pode acontecer, pois juntos somos mais fortes. Fica a sugestão.

Expedito Tobias

Jundiapeba, Mogi das Cruzes


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