PANDEMIA

Câmara de Mogi discute reabertura de atividades econômicas

PROTOCOLO Reuniões colhem sugestões de setores como o de alimentos para a retomada da economia. (Foto: Eisner Soares)
PROTOCOLO Reuniões colhem sugestões de setores como o de alimentos para a retomada da economia. (Foto: Eisner Soares)

A definição de protocolos, medidas sanitárias e questões relacionadas a retomada das atividades econômica em Mogi das Cruzes serão os temas em pauta na maratona de encontros que estão agendados para hoje e amanhã pelas Comissões Permanentes da Câmara (CEV), que acompanham as ações de combate a pandemia e as medidas de flexibilização na cidade, junto com o Comitê de Ação Social e Econômica (CASE) da Prefeitura.

Os encontros, todos virtuais, começam às 15 horas com os donos de salões de beleza. Em seguida, às 16 horas, a reunião será com proprietários de escolas. Logo após, às 17 horas, o tema vai ser debatido com donos de restaurantes. Já na sexta-feira, às 9 horas, será a vez das academias de ginástica.

Os integrantes das comissões trataram do tema durante a sessão de ontem. O presidente da CEV de Retomada, Marcos Furlan (DEM) disse que os encontros são importantes para definir as regras específicas para que todos estejam preparados para começar a retomar suas atividades a partir da próxima semana, caso o Governo do Estado confirme amanhã, o avanço da região da fase laranja para a amarela no Plano São Paulo.

Os vereadores também insistem na abertura dos 60 leitos para pacientes com coronavírus, prometidos pelo Governo do Estado para o Hospital Dr Arnaldo Pezzutti Cavalcanti, localizado em Jundiapeba. Eles entendem que um reforço no número de leitos no Alto Tietê ajudará a melhorar os indicadores da região.

Um grupo de parlamentares – Fernanda Moreno (MDB), Jean Lopes (PL) e Edson Santos (PSD) fez uma vista e constatou que o local tem espaço para isso. Eles estiveram lá no mês passado e foram informados de que a nova ala, mobiliada e equipada, foi instalada inicialmente para atender casos de dependência química, mas não pode ser inaugurada por causa da pandemia. “Não é justo Mogi estar vivendo esse impasse sobre a liberação ou não das atividades, enquanto a cidade tem esse espaço disponível, em um hospital estadual ”, observa a parlamentar.

“O Estado protela a instalação de leitos, enquanto os empreendedores da cidade sofrem as consequências das medidas de restrição”, destaca o vereador Mauro Araújo (MDB), ao citar um movimento de protesto promovido ontem por lojistas do Mogi Shopping, pedindo redução dos valores dos aluguéis.

FEHIDRO

A Câmara aprovou o projeto do Executivo que ratifica o contrato com Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), para liberação de recursos, no valor de R$ 1 milhão destinado à implantação do Sistema de Informações Geográficas para o Monitoramento e Fiscalização Integrado da Área de Proteção e Recuperação dos Mananciais no Município


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