CARTAS

Com pistolão

O ministro do STF, o mesmo que quis liberar quase 170 mil presos condenados em segunda instância, incluindo o Lula, entrou no serviço público sem prestar concurso, como relata em seu artigo no Estadão, com o título “No Supremo pela porta dos fundos” o jornalista José Nêumanne. Este polêmico Marco Aurélio, somente conseguiu nomeação como procurador na Justiça do Trabalho, através de um pistolão, como seu próprio pai, Plinio Afonso de Farias Mello, figura forte no sindicalismo patronal. E como apogeu desta pistolagem, ou do compadrio nefasto, o primo dele, o ex-presidente, o mesmo que sofreu impeachment, Fernando Collor de Mello, ao assumir o Planalto, o nomeou como ministro do STF. Como diz Nêumanne, esse Mello, que sempre foi “voto vencido e um espírito de porco”, aprendeu com o pai a arte da pistolagem, e conseguiu com Dilma Rousseff, a nomeação de sua filha Letícia Mello, para o cargo de desembargadora no Tribunal Regional da 3ª Região, no Rio. Ou seja, a família Mello hoje deve estar rica, com ótimos salários, e acúmulo de excrescentes penduricalhos nos seus soldos! Lógico, à custa dos contribuintes…

Paulo Panossian
paulopanossian@hotmail.com