Comiseração e assistencialismo em nossa sociedade

Mais um sábado que chega e nos consente descansarmos ou nos valermos da Norma Culta fluindo, assim, boas conversas, todo esse arcabouço renovado no sentido de que na semana que entra tenhamos o que falar, e, ainda, que nós homens mais versemos por futebol haverá pragmaticamente a socialização, esta última de ação profilática contra as doenças físicas e mentais, levando-se em conta ainda a ação de qualquer enfermidade partida do espírito, encontrando a alma, a camada mais intrínseca de nosso ser etéreo, a ela jungidos na vida biológica centros de força girantes, mais concisamente em número de 7, embora complementados por outros 5, assim, esses 12 penetram na vestimenta derradeira que é a roupagem da carne.Infelizmente, todos quantos entremeados nesse tal estilo de viver passam longe do Zé do Mato, do Tonhão da Pinga e por aí vai. Pode-se dizer que abri este artigo retratando em pinceladas parte do que é o dia a dia de uma família ameaçada, que nem por isso, salvo quando devota de Nossa Senhora Aparecida e dos Anjos, Arcanjos, Serafins, Querubins, Gnomos, Elementais da Natureza e Fadas, alimentam em si próprias a generosidade, a lealdade aos valores do espírito.
É bom que nos atenhamos aos primórdios da civilização no Brasil, em matéria de seres humanos recentemente datados pelo Carbono 14 de 50.000 anos, efetivamente, porém, tendo se dado a fundação do Brasil em 1500, mas só surgida nossa primeira cidade, São Vicente, em 1532
A Austrália é protetorado inglês, portanto país integrante da Common Wealth (Comunidade Britânica) e foi colonizada por britânicos para lá degredados pelo sempre.
Depois de muita luta, um esforço que acabou gerando suas magníficas cidades Canberra, Adelaide e Sidney, a Austrália hoje é um país consolidado, com grande parte de seu território, a região desértica, passível do “romper fronteiras”
Como o Brasil, a partir de 1.500 até meados do século dezoito foi ocupado por “maus portugueses”,assim conotados os egressos das masmorras de Portugal, a Colônia confiou ao Brasil os colonos
Muitos são os brasileiros presos ao velho habitat da imobilidade econômico-social, e a estes a quem se imputa o nosso baixíssimo Índice de Desenvolvimento Humano (IDHU)
Para que nada cheire a assistencialismo, penso que devemos focar ações do Terceiro Setor aos carentes com licença irrestrita, plena e reconhecidamente único nesse papel.

Fernando Catelan é escritor