INFORMAÇÃO

Deputado federal decide doar parte de salário a Apaes

Marcio Alvino mostra que também abre mão de benefícios na Câmara

O deputado federal Marcio Alvino (PL) decidiu seguir o exemplo dado pelo prefeito, vice, secretários e vereadores de Guararema, cidade onde reside. E anunciou, neste final de semana, que irá ceder 30% do seu próprio salário, além de reduzir em 20% os vencimentos de seus assessores, a partir do próximo mês, para destinar tais recursos para as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) no Estado de São Paulo. Segundo Alvino, este é um importante momento para as entidades que, mesmo fechadas no período da pandemia e com baixa arrecadação, continuam com seus compromissos e custos fixos, como salários de funcionários e manutenções básicas, como água, luz e telefone. “É imprescindível que as contas das entidades sejam compensadas para que, passada a atual fase, as Apaes possam receber, imediatamente, seus alunos para retomada das atividades”, diz Alvino, que durante todo o seu mandato tem procurado fortalecer as Apaes paulistas, por meio de direcionamento de emendas parlamentares. Só no atual período legislativo, o deputado informa que destinou mais de R$ 10 milhões para mais de 80 Apaes e que seu objetivo é atender a todas as 305 unidades do Estado até o final do atual mandato. Alvino também lembra que há seis anos, desde que chegou à Câmara, tem procurado reduzir gastos, renunciando às principais cotas parlamentares, como aposentadoria especial, apartamento funcional, auxílio moradia, auxílio mudança e seguro saúde, além de não usar as cotas para locação de veículos, combustível, hospedagem e alimentação. Segundo seus cálculos, para 2020, a projeção é que esta economia represente 86% da cota parlamentar, o que lhe garantiu posição entre os dez deputados federais mais econômicos nos últimos anos. Segundo Alvino, a economia chega a mais de R$ 1 milhão, que, na sua opinião, deveria ser revertido em favor da Saúde. Junto com essa economia, o deputado garante que destinou mais de R$ 100 milhões para a Saúde em diversas cidades do Estado de São Paulo, incluindo também as santas casas de misericórdia.

Convocação

O presidente do PSL de Mogi, André Luiz de Souza, divulga vídeo nas redes sociais conclamando os mogianos que se identificam com a linha conservadora do “maior partido de direita do País” a participarem das atividades da agremiação na cidade. “Você que deseja ser uma voz ativa junto à sociedade civil e autoridades públicas, junte-se a nós nas redes sociais. Juntos, poderemos ser a mudança que esperamos ver em nossa cidade”, disse.

Habilitação

O ministro Nelson Taich, da Saúde, habilitou, ontem, 12 leitos da Unidade de Terapia Intensiva tipo II do Hospital Luzia de Pinho Melo para tratamento da Covid-19, em adultos, pelos próximos 90 dias, prazo que poderá ser prorrogado. Para manutenção dos leitos nesses três primeiros três meses, serão liberados R$ 1.728.000,00.

Biometria

O Tribunal Regional Eleitoral suspendeu temporariamente o cancelamento de títulos de eleitores que não realizaram o cadastro biométrico obrigatório em 479 municípios paulistas, no ano passado. Com isso, os eleitores poderão votar normalmente nas próximas eleições municipais. Após o pleito, o eleitor deverá regularizar sua situação com a Justiça Eleitoral. A regularização da situação é necessária para evitar restrições nos direitos civis do cidadão.

Positivo

Mesmo sem novos lançamentos, os resultados da prévia de operações da mogiana Helbor, no primeiro trimestre deste ano, agradaram muito aos analistas de mercado. “A empresa conseguiu manter transferências sólidas de clientes para bancos, o que nos deixa positivos com a geração do fluxo de caixa livre no período”, disseram Gustavo Cambauv e Elvis Credendrio, do BTG Pactual. A incorporadora entregou três projetos neste ano, todos concentrados na Grande São Paulo, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 405 milhões. Na avaliação da Ágora Investimentos, a Helbor possui “um dos melhores projetos para 2020”, garante o informativo Money Times.

Frase

Com o colapso da saúde, as pessoas se isolarão sem coordenação.

Senador José Serra, ex-ministro da Saúde na época da epidemia de Aids, defendendo o isolamento social, em entrevista ao jornal O Globo


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