DESPEDIDA

Donato Grieco morre aos 100 anos

Grieco morreu de broncopnemonia na Capital
Grieco morreu de broncopnemonia na Capital

Um século. Este foi o tempo que Donato Grieco viveu. Nascido em 27 de outubro de 1917, ele faleceu vítima de insuficiência respiratória aguda e broncopneumonia, na última sexta-feira, às 21h45, no Hospital Jardim Helena, na Capital, a 53 dias de completar 101 anos. O corpo dele foi velado ontem no Velório Municipal Cristo Redentor, em Mogi, e sepultado às 16 horas, no Cemitério São Salvador.

O mogiano e descendente de italianos fez a vida a partir do 2º Tabelião de Notas e Ofício de Manoel de Sousa Mello Freire. Ele começou a trabalhar em 1927, ainda antes de completar 10 anos, e estudou no Colégio do Carmo e no Grupo Escolar Coronel Almeida. Foi no cartório que conheceu a esposa, Maria Teresa de Rezende Grieco, já falecida. Mas ele também exerceu outra atividade, que lhe dava muito orgulho: tocava violino e pistom na Banda Guarani, que era regida por Antonio Mármora, seu tio.

Aos 89 anos, foi personagem da Entrevista de Domingo de O Diário, e voltou a aparecer neste jornal em 2017, quando sua festa de centenário virou notícia.

Agora, ele deixa uma filha (Ana Lia Aparecida Grieco), quatro netos (Augusto, Caio, Enderson e Giancarlo Giovanetti) e quatro bisnetos (Enzo, Giulia e Luca Grieco Giovanetti e Piettro Giovanetti, que têm entre 9 e 15 anos). Para um dos netos, Augusto, de 45 anos, o legado que o avô deixa é ‘a memória estupenda que tinha, além da conduta de cidadão exemplar, que amava muito a Cidade’.