Dupla é presa por suspeita de assassinato em Mogi das Cruzes | O Diário de Mogi
VIOLÊNCIA

Dupla é presa por suspeita de assassinato em Mogi das Cruzes

O delegado Rubens José Angelo, titular do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, divulgou ontem a prisão de dois criminosos que mataram com 12 tiros na noite de 29 de agosto de 2017, Bruno Rodrigo Baptista, de 28 anos, na Rua Júlio Ribeiro, no Jardim das Bandeiras, em César de Souza. São eles: Jackson José Beringuer Paiva de Almeida, de 21 anos, e Edivaldo Pires Júnior, o “Dolinho”, de 23 anos.

A captura dos matadores foi realizada no início da manhã no Parque Olímpico e no Distrito de César de Souza, por policiais civis do Setor de Homicídios, Garra, Delegacia do Idoso e do 3º DP. “As equipes também cumpriram mandados de busca e apreensão que requisitei à Justiça em conjunto com o mandado de prisão temporária, mas as armas do crime não foram encontradas”, ressaltou a autoridade. Ele também declarou que ao finalizar os inquéritos de homicídio e tentativa de assassinato vai pedir a prisão preventiva da dupla.

Vingança

O delegado Rubens e os seus policiais conseguiram esclarecer a morte de Bruno depois de começarem a apurar a tentativa de execução que a vítima havia sofrido às 23h35 de 15 de maio de 2017, na Avenida João XXIII, em César.

Na época, Bruno estava acompanhado de um garoto de 14 anos, e teve o seu carro perseguido por dois ocupantes de uma motocicleta já identificados como Jackson e Edivaldo. Bruno foi baleado, porém sobreviveu.

Para o delegado Rubens, o motivo da divergência entre eles ‘era negociata com cavalos e outros objetos’. Ele e a sua equipe obtiveram uma pista importante para localizar os criminosos. “Após o atentado contra a vida de Bruno, o Jackson foi à tabacaria, em César, onde frequentavam, e comentou que naquela noite tinha matado o Bruno a tiros”.

De acordo com o titular, “ele (Jackson) desconhecia, então, que Bruno sobreviveu. No interrogatório, lhe perguntei sobre essa conversa, mas ele negou. Jackson foi vinculado à tentativa de assassinato depois de Edivaldo confirmar que iam sempre ao comércio, ao contrário do que falou Jackson”.

Na ação que resultou na captura dos bandidos foram empregados os policiais civis Marco Antônio (chefe), Maísa, Luciana, Moraes, Celso, Alexandre Pina Emilly e Valmir, além das escrivães Graziela e Milene.