POLÍTICO

Ex-vereador Tarcísio Damásio morre aos 85 anos

PERFIL Mineiro, Tarcísio Damásio foi vereador em quatro legislaturas. (Foto: arquivo)
PERFIL Mineiro, Tarcísio Damásio foi vereador em quatro legislaturas. (Foto: arquivo)

Mogi das Cruzes perdeu nesta quarta-feira (12) uma de suas lideranças políticas mais antigas, com forte atuação principalmente no distrito de Braz Cubas, onde morava. Aos 85 anos, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal, Tarcísio Damasio da Silva, pai do deputado estadual Marcos Damasio (PL), morreu na manhã de ontem devido a complicações decorrentes de uma cirurgia ortopédica.

Familiares e amigos prestaram as últimas homenagens ao ex-político no Velório Cristo Redentor, no início da tarde desta quarta-feira, e o sepultamento foi realizado às 17 horas, no Cemitério São Salvador, no Parque Monte Líbano.

Após sofrer uma queda em casa, Tarcísio teve o fêmur fraturado e foi submetido a uma cirurgia no Hospital Luzia de Pinho Melo, no último final de semana. Recebeu alta e se recuperava em sua residência, mas estava abatido e desanimado. Faleceu na manhã de ontem.

O seu filho único, o deputado estadual Marcos Damasio, destaca o legado deixado por Tarcísio. “De meu pai querido ficam os exemplos de luta, humildade, honestidade e tantos outros ensinamentos que, com certeza, continuarão a nortear todos os momentos da minha vida”, disse.

Tarcísio foi vereador da Câmara de Mogi durante 19 anos, cumprindo quatro legislaturas: 1969-1973; 1973-1977; 1977-1983 e 1997-2000. No Legislativo, exerceu a presidência em 1978, no lugar do vereador Luiz Alves Teixeira, que renunciou na metade do mandato. Ele também foi subprefeito de Braz Cubas, durante o mandato do ex-prefeito Waldemar Costa Filho, e recebeu a Medalha do Mérito Legislativo no dia 16 de setembro de 2010, em homenagem aos ex-presidentes da Casa.

Mineiro de Três Pontas, Tarcísio nasceu em 4 de agosto de 1935. Mudou-se para Mogi das Cruzes em 1966, onde construiu sua trajetória pública. Foi uma liderança política forte no distrito de Braz Cubas, em uma época na qual agia como um ‘faz de tudo’, intermediando consultas médicas, prestando assistência à comunidade e encaminhando reivindicações à Prefeitura.

Ele deixa a esposa Neuza Barreto da Silva, com quem era casado desde 1957, o filho Marcos e os netos Lucas e Matheus. Também era tio do vereador Antonio Lino da Silva (PSD), que assim como Marcos, perde um importante ‘cabo eleitoral’.


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