CHICO ORNELLAS

Flagrantes do Século XX

Um passeio por Mogi das Cruzes e sua gente ao longo do Século XX

Dezembro de 1944 – Na Basílica de Nossa Senhora Aparecida, a cena de um casamento típico da primeira metade do século passado. Eram noivos, saídos de Mogi das Cruzes, Jorge Bueno Ornellas e Maria Leonor Arouche de Toledo. (Acervo Benedicto Alves dos Anjos)

Março de 1912 – Em um campo de futebol da cidade, os atletas Arnaldo Silva, Álvaro, Eugênio, Carlos, Manoelzinho Alves, Ulysses Franco, Chiquinho Veríssimo, Chico (farmácia), Zoé Arouche, Zoroastro Arouche e Edmur. Assinalados: Benedicto Alves dos Anjos (1), Cyro Aragão Franco (2) e Nenê Franco (3). (Acervo Benedicto Alves dos Anjos).

Um tarde da década de 1920 – Da esquerda para a direita, no Largo do Jardim (Praça Oswaldo Cruz), a pose dos amigos Manequinho, Zeca Franco, Manoel de Mello Freire, Romeu Motta e Álvaro Arouche de Toledo. De pé, Carrapicho (fiscal). (Acervo Benedicto Alves dos Anjos).

Meados de 1956 – Na porta do 1º Tabelionato de Notas e Ofícios na Rua José Bonifácio, o tabelião Benedicto Leôncio Arouche de Toledo ao lado de Silvio Pires, Francisco Pires, Paulo Pires, Roberto Pires, Valdemar de Almeida Prado, Benedicto Miranda, Antônio Miranda, João Pires e Juraci Pereira da Silva. (Acervo Lola Miranda)

Março de 1976 – Na residência do atual reitor da Universidade Braz Cubas, Maurício Chermann (a esquerda, de dedo em riste), na esquina das ruas Tenente Manoel Alves e Flaviano de Melo, um encontro do prefeito da época, Sebastião Cascardo com o então ministro Severo Gomes, da Indústria e Comércio. (Arquivo pessoal).

Abril de 1975 – Em visita pastoral à Diocese de Mogi das Cruzes, o cardeal arcebispo de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns, acompanhado do bispo dom Paulo Rolim Loureiro, é recebido por jornalistas na sede de O Diário de Mogi. (Arquivo pessoal).

GENTE DE MOGI
HUMOR – Para ela não havia tempo ruim, o sorriso era permanente. Fomos vizinhos, por vários anos, na Rua Isabel de Bragança, e nossos encontros eram sempre pautados por demonstrações de afeto. Difícil era toreá-la, na Universidade Braz Cubas, em 1975/1976, onde se matriculara no curso de Jornalismo; eu era seu professor. Rosacy Silva morreu em agosto de 2013, tinha 65 anos.

O melhor de Mogi

As barragens do Alto Tietê: a par de assegurarem o abastecimento de água na região metropolitana, conseguiram reduzir – e muito – as enchentes nas zonas ribeirinhas. O ocorrido há algumas semanas, de todo lamentável, ainda bem que é exceção.

O pior de Mogi

Em tempos de novo governo, bem que os deputados daqui poderiam perguntar, ao DER, os motivos pelos quais a Mogi-Dutra tem limite de 80 km/h e estradas semelhantes vão além dos 90 km/h.

Ser mogiano é….

Ser mogiano éter pago aluguel par andar de andado de charrete, daquelas que faziam ponto no Largo da Estação de Trem.