Gondim pode estar prestes a definir o futuro vice

O deputado estadual e virtual candidato a prefeito de Mogi, Luiz Carlos Gondim Teixeira (SD), está próximo de definir o seu futuro companheiro de chapa. A escolha do vice depende unicamente de alguns contatos com partidos que poderão compor o grupo de apoio à sua futura campanha à Prefeitura. O nome mais próximo estaria vinculado ao PTB, mas o deputado ainda conversa com os vereadores Mauro Araújo (PMDB) e Chico Bezerra (PSB), que teriam sido preteridos da condição de vice na chapa do prefeiturável Junji Abe (PSD), ligada à atual administração municipal, que optou por ficar com Marcus Melo (PSDB). Gondim tem encontro marcado com o presidente nacional do PTB, Campos Machado, para discutir um nome ligado ao partido, segundo o parlamentar, “um jovem entre 30 e 50 anos”, que estaria de acordo com o perfil ideal para o candidato, segundo as pesquisas eleitorais. A princípio, o vice seria mesmo o tal “jovem” petebista, que Gondim não revela quem poderia ser. Mas depois de Araújo e Bezerra ficaram de fora da chapa ligada ao prefeito, o deputado estadual passou a considerar a possibilidade de estender sua aliança na direção do PMDB e PSB. Com Araújo, ele já conversou, pessoalmente, na Câmara Municipal. Ontem, pela manhã, recebeu um telefonema de Bezerra e deixou sua agenda aberta para uma futura conversa sobre eleições. Segundo Gondim, um fator que está dificultando composições é o conjunto de regras mais rígidas para se obter recursos para a futura campanha. “Esta será uma campanha de denuncismo sobre gastos, onde não será possível dar um passo em falso nesse sentido. No meu caso, essa regra me ajudou, porém dificulta muito na hora de conversar com os candidatos a vereador. É difícil para eles entenderem as novas regras, que impõem limites restritivos à busca de apoio financeiro para as campanhas”, diz Gondim, cujo partido fará convenção em julho. Até lá, o vice já terá sido anunciado, garante o deputado.

Sentidos
O secretário André Saraiva, do Meio Ambiente, abriu licitação para contratar uma empresa especializada de engenharia para implantar um Jardim Sensorial no Parque Centenário, em César de Souza. Segundo apurou a coluna, tal projeto tem como objetivo aguçar os cinco sentidos – tato, paladar, audição, olfato e visão –, por meio de plantas que serão “o motor que proporciona a realização da ideia”.

Palestra
O prefeito Marco Bertaiolli faz palestra aos alunos do ensino médio da Escola Estadual Washington Luís, às 11 horas de hoje. O evento é organizado pelo Grêmio Estudantil como parte das comemorações dos 82 anos de fundação da escola. Bertaiolli foi convidado em razão de ter estudado naquele estabelecimento de ensino, do primário até o colegial.

Olé!
A vereadora Karina Pirillo (PSD) apresentou na Câmara um projeto de lei proibindo a realização de touradas, vaquejadas ou eventos similares em Mogi. O curioso: na justificativa de sua proposta, a própria vereadora admite que “felizmente, a Cidade de Mogi possui uma comunidade pacífica, sem história ligada a práticas coletivas cruéis contra animais, como farras do boi, vaquejadas, puxadas de cavalo, nem identificação com as mesmas.” Ué, se já é assim…

No Palácio
Um grupo de cerca de 100 alunos da UMC esteve no Palácio da Justiça, em São Paulo, para simulação de um julgamento perante júri popular. Os estudantes atuaram no caso de Florinda Marques Alves que, em 1956, teria matado o marido a marteladas e, com a ajuda do amante, esquartejado o corpo e jogado no Rio Tietê, em malas. No júri simulado, os estudantes absolveram a ré pelo homicídio, mas a condenaram por ocultar e destruir o cadáver, resultando numa pena de dois anos, a ser cumprida em regime inicial aberto.

COTIDIANO

Mogi Antiga - A imagem mostra obras de instalação do primeiro reservatório do Semae, em 1928, junto à Rua Otto Unger, em Mogi / Foto: Arquivo
Mogi Antiga – A imagem mostra obras de instalação do primeiro reservatório do Semae, em 1928, junto à Rua Otto Unger, em Mogi / Foto: Arquivo

FRASE

Nós temos um sistema político caríssimo e um mecanismo de financiamento eleitoral que é um fomento à corrupção.

Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal, em evento da revista Veja, em São Paulo