CASO

Grupo de equatorianos sofre intoxicação alimentar e é atendido na Upa do Rodeio, em Mogi

Vinte e cinco equatorianos moradores do Brás, na capital paulista, lotaram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Rodeio, em Mogi das Cruzes, com intoxicação alimentar, na tarde e noite de anteontem. Eles estavam em uma cachoeira no limite entre a cidade e Guararema, quando começaram a passar mal com náuseas e vômitos.

O médico clínico coordenador da UPA do Rodeio, Leonardo Henrique Mengale, recepcionou e prestou atendimento ao grupo. Segundo ele, os pacientes contaram que levaram arroz, farofa e carne de porco de casa para comer na cachoeira. Por volta das 15h, um deles começou a vomitar, mas eles pensaram que ela algo isolado. No entanto, no decorrer da tarde outros também começaram a passar mal.

“Eles estavam em uma van e dois carros. E tentaram ir embora, mas em César pararam e acionaram o Samu, que socorreu o grupo. Assim que chegaram aqui, já falaram que acreditavam se tratar de uma intoxicação alimentar, porque apenas os dois bebês que não comeram da comida estavam bem”, conta o médico.

Eles passaram pelo atendimento médico, foram medicados e o exame comprovou a intoxicação. O médico diz que isso costuma acontecer em grande escala com a maionese, que se não for acondicionada de forma correta, em cerca de duas horas, ela costuma estragar e fazer várias vítimas.

“O quadro começa com náusea, vômito, diarreia, dor abdominal, e o que acontece é a desidratação do paciente, e isso é perigoso. Então sempre que alguém for viajar, porque acomodar a alimentação em lugar próprio para o ambiente, porque há alimentos que não são têm muita resistência ao sol”, detalhou o médico.

Por volta das 23h30, todos os pacientes já estavam melhor e foram liberados. Segundo o médico, eles devem continuar o tratamento em casa nos próximos dias. Alguns estão no Brasil há oito anos e outros há apenas nove meses.


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