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Japão quer tirar proveito das Olimpíadas até 10 anos depois

NATUREZA O colibri se alimenta em um bebedouro colocado junto à rede de proteção de um apartamento, localizado no Nova Mogilar. (Foto: Edson Martins)
NATUREZA O colibri se alimenta em um bebedouro colocado junto à rede de proteção de um apartamento, localizado no Nova Mogilar. (Foto: Edson Martins)

Jornalista mogiana entrevista governadora de Tóquio sobre o tema

A um ano dos próximos Jogos Olímpicos de Tóquio, que acontecerão entre 24 de julho e 9 de agosto de 2020, antecedendo as Paralimpíadas (de 25 de agosto a 6 de setembro de 2020), o Japão está com praticamente tudo pronto para o início das competições que deverão movimentar cerca de 4.400 atletas de cerca de 180 países. É o que mostra reportagem da jornalista mogiana Neide Hayama, publicada na revista Brasil, publicação oficial da Câmara de Comércio Brasileira no Japão. Numa entrevista com a governadora Yuriko Koike é possível notar algumas diferenças básicas entre o que está por acontecer em Tóquio e o que ocorreu em ainda ocorre no Rio de Janeiro, que sediou as últimas Olimpíadas. Ao contrário do Rio, que não sabe o que faz com boa parte das estruturas implantadas para os jogos olímpicos, o Japão espera benefícios econômicos da ordem de 32 milhões de ienes em todo o país desde 2013 (ano da escolha de Tóquio como cidade-sede) até 2030 (dez anos depois dos jogos). As instalações estão sendo construídas ou reconstruídas, como o Estádio Nacional de Tóquio, que vem sendo erguido para receber a cerimônia de inauguração e de encerramento, depois de haver sido totalmente demolido. Os japoneses já dizem que Tóquio não será mais a mesma cidade depois dos jogos do próximo ano, muito mais atrativa para os turistas. O Japão quer aproveitar os Jogos Olímpicos para mostrar ao mundo a reconstrução do país, após o grande terremoto de 2011, que devastou a parte Leste japonesa. E após os jogos, como ficará o mercado de trabalho, em especial para os brasileiros? A governadora Koike responde que “a população estrangeira em Tóquio teve aumento de 100 mil habitantes nos últimos três anos, chegando a 550 mil no total. Incluindo os bolsistas brasileiros que fazem trabalhos temporários, há 1,46 milhão de trabalhadores não nipônicos. Desse total, 30% trabalham em Tóquio e para atender a esse público, o governo oferece consulta em sete idiomas diferentes. A nossa meta é tornar Tóquio uma cidade na qual os estrangeiros e japoneses respeitem a diversidade e convivam sem preocupações”.

Objetivo

A ser conferido mais adiante: o vereador Caio Cunha (PV) tem assegurado a pessoas de seu círculo de amizades que se não for candidato a prefeito de Mogi das Cruzes nas próximas eleições, também não disputará a reeleição à Câmara Municipal.

Balançando

Entre os dois vereadores – Cuco Pereira (PSDB) e Taubaté Guimarães (MDB) – que haviam demonstrado disposição em abandonar a vida pública ao final do atual mandato, pelo menos um já voltou atrás. Taubaté já estaria se preparando para enfrentar uma nova campanha. Cuco, pelo menos por enquanto, mantém a decisão de pendurar as chuteiras.

Fim de férias

Será no dia 6, a primeira terça-feira do mês de agosto, a sessão que irá marcar a volta dos vereadores mogianos à ativa, após o recesso de meio de ano. O retorno terá novidades: a reunião terá início às 14 horas – e não mais às 15h, como acontecia até agora; e haverá a estreia do chamado “pequeno expediente”, espaço de uma hora destinado a abordagem pelos pré-inscritos – no máximo seis por sessão – dos mais diferentes assuntos. Será o “Expediente TV”, oportunidade para que os vereadores apareçam discursando na TV Câmara.

Corrigindo

Ao contrário do publicado no último domingo, a história de 1996 envolvendo o candidato a vereador Guaraci Galocha e um telefone celular ocorreu no comitê de campanha do então candidato a prefeito Chico Bezerra, e não de Jacob Cardoso Lopes, já fora da política, depois de ter seu mandato cassado, em 11 de junho de 1986.

Frase

Aquele que ri ao invés de enfurecer-se é sempre o mais forte.

Provérbio japonês