SAÚDE

Jundiapeba terá UPA em maio de 2020

NO LOCAL Melo acompanhou ontem o início das obras da UPA. (Foto: Eisner Soares)
NO LOCAL Melo acompanhou ontem o início das obras da UPA. (Foto: Eisner Soares)

O prefeito Marcus Melo (PSDB) assinou na manhã de ontem a ordem de serviço para início da construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jundiapeba. Com investimento de R$ 3,7 milhões, o prédio deverá ficar pronto em maio de 2020, e será o terceiro equipamento de saúde do tipo na cidade. O primeiro foi construído no Rodeio e o segundo no Oropó. A capacidade é para realizar cerca de oito mil atendimentos por mês.

Atualmente, o distrito conta com uma Unidade Básica de Saúde (UBS) 24 horas, mas que segundo Melo, não foi construída para operar nessa escala, além do crescimento populacional de Jundiapeba, por isso, a necessidade da UPA, que é um prédio de 1,5 mil m² de área construída. Quando a unidade já estiver funcionando, a UBS passará por reforma.

A UPA será do porte 1, com consultórios médicos e enfermagem, 11 leitos – sendo dois de isolamento -, salas de observação, raio-X, eletrocardiograma e exames laboratoriais. “A tipo 1 um custa R$ 1,2 milhão por mês. É um investimento para atender a população, que aqui em Jundiapeba é muito grande e merece essa melhoria no atendimento”, destacou.

A intervenção, que já começa a ser feira pela empresa Trópico Engenharia, fica na rua Cecília da Rocha, esquina com rua Dr. Francisco Soares Marialva, ao final da avenida Altino Arantes, na área que já abriga um Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e uma creche municipal.

O distrito conta hoje com seis equipamentos de saúde: a UBS Nova Jundiapeba, o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), Unica Ambulatorial, Pronto Atendimento 24 horas, Posto de Saúde da Família e UBS Santo Ângelo.

Cross em Mogi

Nesta semana, a Câmara Municipal falou sobre a necessidade de Mogi ter uma unidade regional do Centro de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross), que faz a logística dos atendimentos dos equipamentos de saúde. O prefeito comentou que a cidade oferece os serviços nos equipamentos e, quando necessário, o paciente é encaminhado para fazer o procedimento nas unidades de saúde do Estado.

“A administração das vagas é feita pelo Estado, mas a Prefeitura não pode dizer que vai assumir este trabalho, porque não tem acesso à agenda de atendimento dos médicos do Estado. Mas entendo que a cobrança é muito justa. Nós temos uma demanda reprimida de exames e consultas muito alta”, destacou.