Macaco morto em Mogi vivia no Condomínio Aruã

Proprietário do animal havia omitido a informação.  (Foto: Arquivo)
Proprietário do animal havia omitido a informação. (Foto: Arquivo)

A Secretaria Municipal de Saúde tomou conhecimento nesta terça-feira (21) que o primeiro primata que morreu em uma clínica veterinária particular da Cidade é de Mogi das Cruzes e não da Zona Leste da Capital. O proprietário havia omitido a informação de que o macaco vivia em uma residência localizada no Condomínio Aruã.

A Secretaria Municipal de Saúde ainda aguarda o resultado do exame das amostras biológicas do animal, que está sendo realizado pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, para esclarecimento da causa da morte do macaco.

Medidas de prevenção foram imediatamente direcionadas ao novo local, seguindo protocolo e orientações técnicas da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), do Ministério da Saúde.

Técnicos do Núcleo de Controle e Prevenção de Arboviroses iniciaram também o bloqueio de criadouros do mosquito Aedes aegypti e será realizada a aplicação de inseticida num raio de 250 metros ao redor da residência que abrigava o macaco. O mesmo procedimento foi adotado nas imediações da clínica veterinária, no Alto do Ipiranga. Proprietários de imóveis fechados serão notificados para permitirem a entrada de agentes de saúde.

A Pasta mantém a orientação para que todas as pessoas que forem viajar para áreas endêmicas tomem a vacina contra febre amarela com pelo menos 10 dias de antecedência.

A vacina é contraindicada para crianças menores de seis meses, gestantes, mulheres amamentando até o sexto mês de vida do bebê e imunodeprimidos (pessoas com câncer, HIV ou em tratamentos imunossupressores). Idosos a partir dos 60 anos devem passar por uma avaliação médica e, caso a vacinação seja indicada, o médico deverá emitir uma receita com a prescrição a ser apresentada na unidade de saúde.


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