INFORMAÇÃO

Mahindra ainda mira Mogi para nova fábrica

Direção do grupo com sede na Índia agora está de olho no Taboão

O grupo indiano Mahindra, um dos maiores fabricantes de tratores de todo o mundo, ainda não deu por encerradas as avaliações para instalar sua nova fábrica em Mogi . Ao contrário do que pode parecer, devido a ausência do assunto no noticiário, entendimentos entre a direção da empresa no Brasil, empresários e representantes da Prefeitura Municipal continuam ocorrendo, com algumas alterações nos planos iniciais. Em lugar da área localizada entre Braz Cubas e Jundiapeba, junto à recém-inaugurada avenida das Orquídeas, os olhos dos responsáveis pela futura fábrica se voltaram para o Taboão, onde um espaço ocupado, no passado, por uma conhecida empresa metalúrgica poderá ser adaptado para receber a linha de montagem dos tratores. Os entendimentos nesta área caminham muito bem, embora os sinais pouco confortáveis emitidos pela economia do País coloquem os investidores estrangeiros na retaguarda, esperando ações positivas e concretas do governo, que nem sempre atendem às expectativas. A Mahindra, entretanto, mesmo no atual cenário, tem motivos para comemorar. Esta semana, ao participar da Expointer, feira de negócios, em Esteio (RS), a empresa apresentou números que indicam um crescimento no Brasil superior a 40% em relação a 2018, num momento em que o mercado brasileiro recuou 9,4% em idêntico período. A empresa produz 330 mil tratores/ano e, em 2019, foi atingida a marca de 4 milhões de tratores fabricados. Somente em um mês, em outubro do ano passado, a Índia produziu 42 mil tratores, número que representa mais do que é vendido no Brasil, envolvendo todas as marcas, em um ano inteiro. No País, a empresa busca conquistar a confiabilidade do agricultor e, além de apostar na qualidade de seus produtos, mantém uma rede de 26 concessionárias, com mais 25 em negociação. Até o próximo mês de março espera ter, no mínimo, 48. Com tantos planos, a nova fábrica ganha papel fundamental para a empresa. E sua vinda para Mogi pode significar um novo alento para a economia da cidade.

Aurora – 1

Sem fazer alarde, Arujá obteve a conquista do ano: um Centro de Distribuição da Aurora Alimentos, a famosa cooperativa de Santa Catarina, onde foram investidos cerca de R$ 130 milhões para a geração de 300 empregos diretos e 600 terceirizados. A unidade que atenderá a região metropolitana de São Paulo e dará suporte às demais operações para o Sudeste ocupa área de 191,5 mil m², com 23.660 m² de área construída e 13.800 m² de estacionamento e pátio de manobras

Aurora – 2

O pátio possui 42 docas de carga e descarga, além de grande capacidade instalada de armazenagem. O CD recebe 25 mil toneladas de produtos/mês, que chegam em 40 carretas diárias. No contrafluxo, saem por dia 250 caminhões para atender a mais de 25 mil clientes ativos na região. A previsão de faturamento operacional bruto é de R$ 10 milhões por dia.

Viagens

O padre cantor Alessandro Campos continua apostando pesado em suas viagens pelo exterior ao lado de grupos de apreciadores de seu trabalho. Nesta semana, a agência Caprice Turismo pôs à venda o pacote de nove dias ao lado do religioso pela região de Buenos Aires e Montevidéo, na Argentina, que acontecerá a partir de 23 de março do próximo ano. Antes disso, com um grupo já fechado, ele parte, no dia 8 de novembro, para 12 dias de um roteiro que inclui Roma, Cascia e Assis, na Itália, e Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Haja fôlego!

Top 10

O fotógrafo mogiano Claudio Gatti, especialista em retratar empresários em situações pouco comuns às suas atividades, está classificado entre os dez melhores da categoria “Repórter de Imagem” do Prêmio Comunique-se, um dos mais valorizados do jornalismo nacional. Para chegar à próxima fase, ele irá precisar dos votos da região. E para votar, os internautas poderão acessar o endereço: https://votacao.premiocomunique-se.com.br/Login.aspx .Gatti merece o apoio.

Frase

Um voto é como um rifle: sua utilidade depende do caráter do beneficiado.

Teddy Roosevelt (1858-1919), vigésimo sexto presidente dos Estados Unidos e prêmio Nobel da Paz de 1906