ALTERAÇÕES

Marcos Batalha vai para a Academia de Polícia; Boanerges deixa a Seccional

Batalha foi designado, a pedido dele próprio, para trabalhar na Academia de Polícia Civil Coriolano Nogueira Cobra, em São Paulo(Foto: Arquivo)
Batalha foi designado, a pedido dele próprio, para trabalhar na Academia de Polícia Civil Coriolano Nogueira Cobra, em São Paulo(Foto: Arquivo)

O delegado Marcos Batalha, ex-seccional de Mogi das Cruzes, foi designado, a pedido dele próprio, para trabalhar na Academia de Polícia Civil Coriolano Nogueira Cobra, em São Paulo, onde atuou como professor, conforme divulgado ontem no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Segundo foi apurado por O Diário, o delegado Boanerges Braz de Mello também pediu ao diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Grande São Paulo), Ismael Lopes Rodrigues Júnior, para deixar o cargo de seccional de Mogi e Região do Alto Tietê. Um novo delegado da Capital deve ser indicado para a função.

As mudanças que tiveram início com a saída repentina de Marcos Batalha para desempenhar o cargo de delegado geral-adjunto, tornando-o o segundo homem mais forte da instituição, e agora, tão rápido, a espera pela indicação de ‘outro chefe’ da Polícia Civil, criaram um clima de incerteza no meio policial. É grande a expectativa em torno da chegada de um novo seccional, principalmente com relação à linha de trabalho que será adotada por ele. Até ontem, o novo nome ainda não havia sido divulgado.

Em 14 de julho último, o Diário Oficial do Estado publicou que, a pedido, Marcos Batalha deixou o nobre cargo, o qual havia assumido em 27 de junho, mas o motivo da decisão ninguém explicou. Batalha foi procurado por O Diário, mas retornou as ligações.

Boanerges, que galgou a função de seccional depois da ida de Batalha para a Capital, também já liberou o cargo, embora em reportagem publicada em 16 de junho, o jornal já mencionava que a permanência de Boanerges dependeria da decisão do diretor do Demacro.

Nesse meio tempo, no último dia 19, promotores do Gaeco, do Ministério Público, deflagraram uma operação com o apoio da Polícia Militar que resultou na prisão de 15 envolvidos na exploração de jogos de azar como jogo do bicho e máquinas caça-níqueis, além de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva.

Entre o grupo preso estão 4 policiais civis de Mogi. O Gaeco deve deflagrar nova operação para a captura de outros participantes da organização criminosa.


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