MESA DIRETIVA

Mauro Araújo deve ser eleito presidente da Câmara de Mogi

A Câmara de Mogi definirá nova mesa diretiva no próximo dia 11 de dezembro. (Foto: arquivo)

A eleição para a escolha da nova mesa diretiva da Câmara de Mogi acontecerá no próximo dia 11 de dezembro, uma semana antes do encerramento das atividades legislativas deste ano, marcada para o dia 18. Tudo indica o Legislativo deve seguir um acordo entre as bancadas e confirmar o nome do vereador Mauro Araújo (MDB) para cargo de presidente, ocupado atualmente Sadao Sakai (PL), que ainda pretende promover melhorias no prédio neste final de mandato e devolver cerca de R$ 5 milhões dos recursos do orçamento da Casa para a Prefeitura.

Os vereadores foram convocados para participar da eleição com um mês de antecedência, porém o processo de sucessão não deve apresentar muitas surpresas. No início desta legislatura, os parlamentares fizeram um acordo de rodízio de nomes para o cargo. A meta é contemplar todos os partidos.

O pacto permitiu a eleição de Carlos Evaristo, integrante do PSD no primeiro ano; depois a escolha de Pedro Komura para representar o PSDB no segundo exercício; Sadao Sakai indicado pelo PL para comanda a casa neste ano; e o consenso em torno do nome de Mauro Araújo do MDB para fechar o ciclo.

A escolha dos integrantes da mesa é feita de acordo com a representatividade de cada bancada. Seguindo essa linha, o vereador Protássio Ribeiro Nogueira (PSD) deve ocupar a primeira secretaria. Francimário Farofa Vieira de Macedo (PL) está sendo indicado pelos colegas para a primeira vice-presidência. Um dos representantes do PSDB deve ficar com a segunda vice-presidência ou segunda secretaria.

Sadao destaca ainda que antes de concluir o seu mandato ainda tem alguns projetos que pretende implementar. Ele conta ter concluído a licitação para a troca do sistema de ar condicionado no prédio da Câmara por equipamentos mais modernos. “O modelo atual é muito antigo, está ultrapassado e consome muita energia e é dificil ligar”, argumenta. Ela explica que durante o processo de licitação para esse serviço conseguiu uma redução dos preços passando de cerca de R$ 400 mil estimados inicialmente para um valor próximo ao R$ 150 mil. .

Segundo o presidente, a execução desses serviços não vai impedir a devolução para a Prefeitura de cerca de R$ 5 milhões dos recursos destinados neste ano para o Legislativo, em 2019, ano em que o Legislativo foi contemplado com um orçamento de R$ 38,3 milhões. Ele explica que fez economia dos gastos, controlou horas extras dos funcionários e tomou outras providências para reduzir os custos da folha de pagamento.


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