CARTAS

Meio ambiente

Como tudo neste País, os mogianos também vivem sabor das ondas do momento. Já faz algum tempo, este jornal noticiou, com ênfase, a poluição do Tietê que se transformava, à época, “num tapete de algas”, conforme expressão usada pela publicação. Providências foram cobradas, vieram as chuvas, levaram parte das algas, mas o Tietê continuou sujo, à mercê das “limpezas” feitas pelo DAEE que, na verdade, pouco acrescentam às condições ecológicas do rio.

Peço que vocês voltem a insistir para que o governo estadual promova uma limpeza à altura das necessidades do mais importante curso d’água de nossa região. A situação do rio é crítica e não podemos continuar calados diante disso.

Precisamos cobrar ações mais intensas e diretas do governo para que a limpeza que vier a ser feita, seja algo definitivo e que justifique os milionários investimentos já feitos em trabalhos nada louváveis, do ponto de vista dos resultados.

Está na hora de os mogianos se unirem para exigir uma limpeza em regra no Tietê, que não pode ser relegado a um segundo plano, como tem sido nos últimos tempos. Nosso mais importante manancial necessita de mais atenção governamental e, para isso, temos de provocar as autoridades que, como sabemos, funcionam sempre que pressionadas.

Vamos trazer o Tietê, de novo, para o centro das atenções. Ele merece. E necessita.

Paula Cruze Oliveira

paulinha.cruze@hotmail.com


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