BASQUETE

Mogi busca reabilitação no Municipal

O técnico diz que o grupo é mais equilibrado do que o dos anos anteriores. (Foto: ANTONIO PENEDO - MOGI-HELBOR DIVULGAÇÃO)
O técnico diz que o grupo é mais equilibrado do que o dos anos anteriores. (Foto: ANTONIO PENEDO – MOGI-HELBOR DIVULGAÇÃO)

Na segunda das quatro partidas decisivas para a definição dos times para a sequência da 11ª edição do Novo Basquete Brasil (NBB11), o Mogi/Helbor tentará se manter vivo na competição no jogo de hoje contra o Botafogo, às 21h10, no Ginásio Municipal Hugo Ramos, no Mogilar. O time mogiano precisa superar o rival para se manter com chance de fechar a etapa de classificação entre os quatro primeiros colocados, o G-4. Com vários problemas do lado de fora da quadra, o elenco do Alto Tietê disputa o lugar com o Paulistano, atual quarto colocado, e fica na torcida para que o rival tropece em seus compromissos.

O Mogi ocupa a quinta colocação, com 15 vitórias em 23 partidas disputadas – 65,2% de aproveitamento. Com esta campanha, o time tem condições de almejar o quarto posto, já que o Paulistano possui 66,7% de aproveitamento – 14 vitórias, mas em 21 duelos.

Como faltam de três a cinco rodadas para o final da primeira fase, Mogi e Paulistano não possuem condições de alcançar os três primeiros colocados – hoje Franca, Pinheiros e Flamengo, todos com 19 vitórias e já classificados para a etapa quartas de final.

Ao mesmo tempo, Mogi e Paulistano não podem ser ultrapassados pelo sexto colocado, justamente o Botafogo, com 47,8% de aproveitamento, 11 vitórias em 23 jogos. Quem conquistar o quinto lugar – Mogi ou Paulistano – terá a vantagem de decidir em casa o playoff oitavas de final.

A situação do Mogi ão é fácil. Além de ter que vencer seus próximos três jogos – Botafogo (em casa), Franca e Bauru (no interior) terá que torcer por derrotas do Paulistano que terá pela frente Joinville (hoje em Santa Catarina), Franca Bauru e Botafogo (na capital paulista) e São José (Vale do Paraíba).

No jogo de hoje o Mogi buscará a reabilitação no nacional. A equipe entra na quadra com o retrospecto de três derrotas consecutivas (Paulistano, Corinthians e Pinheiros). Além disso, o time segue com problemas fora da quadra – sem o técnico Guerrinha e o auxiliar Danilo Padovani, que estão suspensos.

Fora o desfalque da comissão técnica, a dúvida no time fica com o ala/pivô Gruber, que se recupera de uma contusão no joelho esquerdo. A novidade fica para o também ala/pivô José Carlos, que treinou na semana com o time após passar por uma cirurgia no joelho esquerdo – estava fora da equipe desde o final de novembro.

O retorno de José Carlos foi comemorado pelo técnico interino Cadum Guimarães. “É mais um solado para a guerra. Estamos em um momento de decisão no campeonato. Claro que ele estará fora de ritmo, por conta da falta de jogo mesmo, com a parte física sendo reconstruída, mas é mais um para nos ajudar na rotação. A gente vai com o que temos nas mãos. Não tivemos o Gruber no último jogo, mas o time jogou e se virou. Temos mais o Zé agora e o time vai se adaptando a isso. Se conseguirmos dar um tempo de jogo para ele, ótimo”, afirmou Cadum.