FINAL DO NBB

Mogi/Helbor vence o segundo jogo contra o Paulistano

O placar final do confronto marcou 84 a 70 para o Mogi. (Foto: Antonio Penedo)
O placar final do confronto marcou 84 a 70 para o Mogi/Helbor contra o Paulistano (Foto: Antonio Penedo)

O Mogi/Helbor está vivo. Após perder o primeiro jogo da série melhor de cinco pela final do NBB em casa, o time do técnico Guerrinha fez uma exibição quase perfeita ontem, no ginásio Wlamir Marques, em São Paulo, superou o Paulistano por 84 a 70 e igualou o confronto.

O terceiro jogo acontece neste sábado (26), novamente no ginásio que pertence ao Corinthians. A quarta partida está agendada para o dia 2 de junho, sábado, no Ginásio Municipal Hugo Ramos.

O principal destaque do Mogi foi Tyrone, que terminou o jogo com 18 pontos, seis rebotes e seis assistências. Jimmy também teve uma ótima atuação, contribuindo com 18 pontos e sendo fundamental na defesa. Pelo lado do Paulistano, o maior pontuador foi Hubner, com 18 pontos. O pivô ainda registrou um “double-double” (dois dígitos em dois fundamentos) com 10 rebotes.

Esqueçam o Paulistano do primeiro jogo. A equipe da capital começou nervosa, errando muitos arremessos. O Mogi era um pouco mais eficiente e, com Tyrone certeiro da linha de três, abriu 14 a 7. Foi então que o técnico Gustavo de Conti colocou em prática o estilo que tanto deu certo até aqui. Quatro novas peças entraram, entre elas o armador Yago, para aumentar o ritmo em quadra.

Guerrinha fez o mesmo do outro lado, utilizando o banco, e Mogi se manteve melhor na partida. Com destaque para o pivô Caio Torres, que anotou cinco pontos em sequência, o time visitante fechou a primeira parcial com vantagem de 11 pontos: 21 a 10.

O Paulistano continuava irreconhecível. A mortal bola de três pontos teimava em não cair. No primeiro quarto, o aproveitado foi de apenas 13%, com um acerto em oito tentativas. O começo da segunda parcial não foi muito animador até que três bolas certeiras – Hubner, Jhonatan e Elinho – fizeram o time aproximar no placar: 27 a 22.

O Paulistano ainda tentou voltar para o jogo com uma marcação zona agressiva, mas não era o dia da equipe de Gustavinho. O time teve um aproveitamento de 33,3% nas bolas de três pontos – havia sido de 50% na vitória de sábado – e foi superado por 84 a 70.