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Mogianos podem opinar sobre o Plano Diretor

(Foto: Arquivo)
Plano para o desenvolvimento de Mogi nos próximos 10 anos mobiliza entidades que propõe mudanças e adequações. (Foto: arquivo)

Desde o último dia 29, a minuta do projeto de revisão do Plano Diretor de Mogi das Cruzes está disponível no site da Prefeitura. Os moradores da cidade podem sugerir modificações no documento, a fim de elaborar junto ao Poder Público a legislação que vai vigorar durante os próximos dez anos. Em constantes reuniões com membros da sociedade civil, o ambientalista José Arraes tem construído uma série de propostas para que o documento seja ainda mais efetivo para o crescimento da cidade. Para hoje está marcado mais um encontro.

Um dos principais pontos levantados por ele diz respeito à lei federal de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). Levando em consideração as peculiaridades de cada cidade, Arraes frisa a importância de ter uma legislatura municipal.

“Uma boa parte do documento fala sobre o crescimento urbanístico e os novos empreendimentos. É muita coisa e não se toca no assunto de Estudo de Impacto de Vizinhança. A legislação de Mogi ainda não foi feita e está parada há mais de seis meses na Câmara. Enquanto isso fica valendo a Federal, que em muitos aspectos já pode ser usada para clarear essa expansão urbana. Esses estudos são extremamente necessários”, afirmou o ambientalista.

Como exemplo ele cita o Mogilar, aonde está o Hospital Luzia de Pinho Melo, uma loja de material de construção, um supermercado, além de grandes prédios. Por ali, Arraes comenta que a instalação de muitos empreendimentos próximos tornou complicado o tráfego de veículos, o que, provavelmente, não aconteceria caso um EIV tivesse sido feito.