BALANÇO

Nos primeiros 140 dias do ano, 126 presos pelo Garra do Alto Tietê

Equipe Piloto: Pagano, Duilio, delegado Boigues e Kleber. (Foto: Laércio RIbeiro)
Equipe Piloto: Pagano, Duilio, delegado Boigues e Kleber. (Foto: Laércio RIbeiro)

O delegado Eduardo Boigues Querós, titular do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos), unidade considerada de elite da Polícia Civil do Estado de São Pauto, fez  ontem um balanço de suas atividades, mostrando que em 140 dias deste ano, ele e a sua equipe capturaram 126 criminosos procurados pela Justiça, autores de crimes contra o patrimônio -furto, roubo, receptação e estelionato -, além de homicídios e autos de prisão em flagrante.

“Já realizamos operações em Mogi, mas estão programadas outras que visam reduzir os índices de criminalidade”, garante o delegado Boigues. Ele lembrou ainda que ‘sempre participamos ativamente das blitze determinadas por nossos superiores na Capital e ainda damos apoio para outras delegacias”.

“A última ‘Operação Por Elas’ promovida em todo o Estado contra a violência doméstica cumprimos quatro mandados de prisão, ou seja, colocamos na cadeia agressores de mulheres”, destaca a autoridade.

O resultado do trabalho do Garra levou os policiais serem elogiados pelo seccional Jair Barbosa Ortiz e também por vereadores da Câmara Municipal de Biritiba Mirim, em razão do policiamento intenstivo realizado na ‘feirinha noturna’ da cidade, onde eram comercializados produtos de procedência duvidosa e drogas, conforme afirmou o delegado titular. Na oportunidade, foram presos quatro traficantes.

Entre as atuações do Garra, está a prisão do golpista Reginaldo Rodrigo Surcin, de 34 anos, ex-presidente do PTN, erm Santo André. O crime que teve ampla repercussão era relacionado ao golpe ‘Minha Casa, Minha Vida”. Ele se apresentava como intermediário na aquisição de apartamentos da Caixa Econômica Federal. “Só em Mogi e Região, ele aplicou mais de 60 golpes e nas cidades do ABC 300”.

Na lista de atividades do delegado Boigues e os seus policiais consta ainda a localização de um garoto desparecido; prisão de cabos da empresa telefônica Vivo e de aparelhos da mesma frima, avaliados em R$ 200 mil; da descoberta de uma empresa de internet clandestina em Suzano, que foi fechada e no esclarecimento de diversos crimes.

No dia 13 de abril, no Massacre de Suzano, na Escola Raul Brasil, que deixou saldo de 10 mortes, entre eles, os dois autores do ataque, além de de 11 feridos, o Garra sob a coordenação do delegado Boigues colaborou com os demais colegas nas investigações.


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