ARTIGO

O que fazer sem as mães

Olavo Câmara

Deus não poderia estar em todos os lugares, por conseguinte, criou as mães” (frase de Abraham Lincoln). Isso é certo em sentido físico e biológico como em sentido espiritual e divino. Deus não poderia criar as crianças a não ser por meio de auxílio das mães. Assim, ao se aproximar mais um dia das mães devemos celebrar, amá-las, homenageá-las e respeitá-las. O amor pode ser visto e sentido de acordo com os sentimentos e emoções de cada um. Quando se fala em mãe, é como se pudesse “segurar a sua mão e acorrentar a sua alma” para que permanecesse para sempre ao nosso lado.

Ensina as primeiras palavras, higieniza o corpo do bebê, dá mamadeira, “papinhas” e o ajuda a se desenvolver. Ensina os primeiros passos, conta histórias e chora ao seu lado. O papel de mãe é maravilhoso, principalmente, quando vê o resultado do seu amor que é o filho crescido, formado e pronto para enfrentar a vida. Caso fosse possível não permitiria jamais que as mães partissem desta vida para o mundo invisível.

Reflita e pergunte a si mesmo: Quais são as suas melhores lembranças? Acaso não foram os ensinamentos, as alegrias e os divertimentos que a sua mãe lhe deu? Há filho ingrato que não visita a mãe enquanto é tempo, depois se lamenta da perda daquela que se sacrificou e lhe outorgou tudo que possui em vida. A mulher é mais sensível que o homem? Sim e mãe é a principal responsável pela vida, pelo amor e pela continuidade da raça humana. Parabéns a todas as mulheres e mães e desejamos que sejam felizes! Das mulheres que partiram para outras dimensões do cósmico, guardaremos para sempre as suas imagens e as melhores lembranças, afinal a vida é eterna e a morte não existe. A cada noite ao contemplarmos uma estrela no céu nos lembraremos daquelas que se foram. “Haja o que houver, aconteça o que acontecer, o símbolo da humanidade ainda será uma mãe com o seu filho nos braços”.

Olavo Câmara é advogado, professor, mestre e doutor em Direito e Política.


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