ARTIGO

Ordem Rosacruz: escola de liberdade

Olavo Câmara

O mundo atual embora esteja em transformação vive momentos difíceis. É preciso pensar, buscar a criação mental e procurar ser livre. A ordem Rosacruz Amorc (Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis) é uma escola de liberdade, além de ser uma organização mundial, que realiza estudos e prática visando o desenvolvimento do potencial interior e elevação da consciência dos seres humanos. É também uma fraternidade iniciática, mística, cultural, filosófica e apolítica. Está representada no planeta e têm filiais em todos os continentes. Uma das suas metas é colaborar para criação mental. A Ordem Rosacruz não tem fé cega ou crenças não provadas. Respeita todas as religiões e as crenças de cada ser humano. Uma das suas metas é colaborar para criar uma nova humanidade.

Os estudos rosacruzes são de dois níveis: “leituras e práticas”. Há no planeta pessoas de consciência elevada, mas também outras de péssimo comportamento. Dissipar o véu da ignorância e ajudar os seres humanos que se dedicam aos seus estudos a agir, pensar e sentir amor ao próximo. Com os seus estudos de teoria e prática visa ajudar os seus estudantes a adquirir o “Domínio da Vida” e atingir um nível de Paz Profunda. Os rosacruzes são herdeiros de tradições de escolas do Antigo Egito, a partir do ano 1.350 a.C. através do Faraó Amenhotep IV ou Akhenaton. Há pessoas extraordinárias que se dedicaram ao rosacrucianismo como: Francis Bacon, René Descartes, Pitágoras, Leonardo da Vinci, Paracelso, Jacob Boehme, Baruch Spinoza, Gottfried Von Leibniz, Isaac Newton, Benjamin Franklin e H. Spencer Lewis e tantos outros. “O legado Rosacruz é milenar e integra técnicas de grande aplicabilidade na vida prática, promovendo harmonia, equilíbrio, saúde e o despertar das faculdades especiais adormecidas na maioria dos seres humanos”.

Para ser um estudante Rosacruz basta que a pessoa saiba ler e escrever e ter uma boa compreensão de textos, além de respeitar as leis do país onde vive. Buscar sempre a liberdade e não se tornar uma pessoa alienada. Com a prática procurar o desenvolvimento dos centros psíquicos para harmonizar-se com a mente cósmica e a partir daí se tornar completamente livre e independente.

Olavo Câmara é advogado, professor universitário, mestre e doutor em Direito e Política.