ARTIGO

Otimismo: eliminar os ratos

Olavo Câmara
O Brasil é rico em recursos, não podemos perder o otimismo. Há momentos em que dá vontade de não acreditar em ninguém. Mas um dia surgirão líderes honestos e benfeitores que projetarão a nação brasileira para caminhos gloriosos. Neste momento há autoridades ligadas aos três poderes que estão vivendo num casarão com ratos, percevejos, piolhos e carrapatos. São seres de baixo nível e estão se transformando em insetos e animais que trazem doenças e as transmitem para certos segmentos da sociedade. É a velha política que está ultrapassada por décadas. No seio da sociedade há os mais variados graus de consciências.

O livro denominado “Os Exilados de Capela”, de autoria de Edgard Armond, narra que os seres humanos vieram para o planeta terra originários de Capela para que evoluíssem e atingissem adiantamento moral, mas não conseguiram. Diz ainda que poucos elevaram as suas consciências, mas a grande maioria ainda não aprendeu. Quanto mais se balança o casarão com os ratos e ratazanas, mais ratos e percevejos saem dos seus esconderijos e atacam. Os carrapatos estão nas moitas e matagais e sempre aparecem nas madrugadas.

O que fazer? O Brasil necessita de um líder como Moisés que retirou o povo de Israel que estava vivendo como escravo no Egito e o levou para o deserto onde perambulou por 40 anos. Existe este líder? Aparecerá um dia? Poucos países dão exemplos de honestidade e de menor índice de corrupção! São eles: Noruega, Dinamarca, Finlândia, Canadá, Austrália, Japão e Alemanha.

É preciso, além da reforma política, criar uma escola de política de alto nível e obrigar todos os candidatos de vereador até presidente da República e fazerem estágios nestes países, sob pena de não poder se candidatar a nenhum cargo. Os políticos atuais, com raras exceções, se julgam o centro do universo.

“Meu Deus” o Estado quer que eu morra. Pois não me dá liberdade, segurança e meios para sobreviver. Políticos! Parem de governar para si e desgovernem o Brasil. Passem a amar o próximo como a si mesmo e tenham desprendimento do mundo materialista. Diariamente olhem os hospitais com macas no chão e falta de remédios, além das filas do SUS, favelas e escolas abandonadas. Os ladrões da pátria estão levando tudo. Os governos anteriores deixaram rastros. O que fazer? Eis aí os desafios. Caros bandidos, modifiquem o seu grau de consciência.

Olavo Câmara é advogado, professor universitário, mestre e doutor em Direito e Política