Pontes são alvo de vandalismo

Os moradores pedem serviços de manutenção na ponte da Avenida José Meloni

 

Algumas das pontes que interligam Mogi das Cruzes sobre o Rio Tietê apresentam riscos para os pedestres, especialmente em áreas de grande tráfego de veículos. Algumas grades destes acessos encontram-se constantemente quebradas, como é o caso da ponte na Rua José Meloni. Na maioria das vezes, o equipamento é alvo de ações de vandalismo. Moradora da Ponte Grande, Maria Pereira de Andrade, 64, para quase que diariamente pelo local. Ela diz que já está acostumada a ver a estrutura quebrada, mas que quando isso acontece, não demora muito para que a Prefeitura faça a manutenção. “Eu já vi muita gente que passa e fica mexendo para quebrar. Logo que arrumam, não dá nem tempo de ver quase, porque logo destroem de novo. É gente que faz por bagunça mesmo”, reclamou.

Os moradores pedem serviços de manutenção na ponte da Avenida José Meloni

Em um dos lados da ponte, o gradil teve uma grande parte arrancada. Já pelo outro lado da rua, algumas barras de proteção foram retiradas da proteção.
Por isso, Maria conta que evita passar pela calçada onde o estrago foi maior, por medo de algo aconteça. Ela reforça ainda o perigo para pessoas que andar por ali com crianças. Em outras pontes, a situação está um pouco melhor, embora, em algumas, o mato cresça constantemente e reduza o espaço para os pedestres,caso do acesso entre o Rodeio e o Nova Mogilar. Ali, aliás, moradores pedem há tempo a modernização da estrutura para ampliar o espaço destinado a quem passa a pé.
A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos informou que já enviou uma equipe à Rua José Meloni para averiguar a situação e o serviço será inserido no cronograma, para reposição das unidades faltantes.

A Prefeitura lembra que conta com a colaboração da comunidade para que não pratique vandalismo contra itens do mobiliário urbano e também para que ligue denunciando sempre que flagrar alguém praticando atos desta natureza. O telefone é o 153, da Guarda Municipal.
Na Via Perimetral, próximo ao Parque Leon Feffer, outra ponte é motivo de reclamações. Reginaldo Reis, 52, trabalha como chapa e diz que o mato alto que toma
conta daquele trecho atrapalha a visão dos motoristas de caminhão. Além disso, ele diz que os galhos das árvores do entorno podem facilitar acidentes com os pedestres. “Faz tempo que está ali assim, é perigoso acontecer algum acidente. Teve gente que já reclamou na prefeitura, mas não adiantou”, disse. Sobre a roçada neste trecho, a Secretaria de Serviços Urbanos informa que há uma frente de limpeza pública já atuando na Via Perimetral, entre o Jardim Maricá e a rua David
Bobrow. A previsão é que as equipes cheguem no ponto mencionado pela reportagem em um prazo médio de uma semana.