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PTB fala de reestruturação em todo o Estado de S. Paulo

POSE O pequeno esquilo posa para o fotógrafo, sábado último, nas proximidades da capela de Santo Ângelo, no distrito de Jundiapeba. (Edson Martins)
POSE O pequeno esquilo posa para o fotógrafo, sábado último, nas proximidades da capela de Santo Ângelo, no distrito de Jundiapeba. (Foto: Edson Martins)

Deputado e presidente Campos Machado transmite as metas para Jair Araújo

O presidente do Diretório Municipal do PTB de Mogi, advogado Jair Araújo, está divulgando as normas a serem adotadas pelo partido em todo o interior de São Paulo, ditadas, por meio de comunicado, pelo deputado Campos Machado, presidente estadual e secretário-geral da Executiva Nacional do partido. O parlamentar diz que em 645 municípios paulistas estão sendo realizadas convenções municipais para a escolha de lideranças políticas encarregadas de preparar o PTB para as eleições de 2020 e 2022. Conforme o presidente, o partido está criando um Instituto de Formação Política com a finalidade de atrair novas lideranças, além de “oxigenar a estrutura partidária” e, com isso, atender às demandas novas e antigas da população. Após classificar como “tsunami político-eleitoral” o resultado das eleições do ano passado para presidente e deputados, Campos Machado informa que já foi estabelecido um plano geral de comunicação do partido, voltado para atuar tanto nas redes sociais, como na Rádio e TV 14, criadas pela agremiação com objetivo de manter uma ligação permanente com a militância petebista. Com 25 departamentos , que vão desde o da Mulher até o Inter-Religioso, o partido quer partir para uma ampla reestruturação interna destinada a fazer com que o partido passe a ter acesso direto aos mais diversos segmentos da sociedade. O aumento no número de filiados e a realização de pelo menos 20 encontros regionais no Estado terão como objetivo a eleição de “ao menos 100 prefeitos e 600 vereadores nas próximas eleições”, segundo o presidente. Campos promete ainda trazer para o PTB “expressivas lideranças políticas, em níveis estadual e nacional, dentro da grandeza histórica do partido”, garante ele.

Na mira do TCE

O prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR), é o único da região do Alto Tietê que deixou de enviar ao Tribunal de Contas do Estado de São Paulo o balancete contábil referente ao primeiro bimestre deste ano. Com isso, o sistema de auditoria do TCE ficou impedido de proceder as análises de despesa e receita para fins de acompanhamento previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Ashiuchi corre o risco de ser multado, segundo o presidente do Tribunal, Antonio Roque Citadini.

Indenização

É de autoria de uma juíza mogiana a sentença que condenou a Churrascaria Rodeio, da Capital, a indenizar em R$ 100 mil um funcionário demitido com câncer. A magistrada Luciana Bezerra de Oliveira, da 57ª Vara do Trabalho de São Paulo, disse, em sua decisão, que a empresa “mentiu descaradamente” ao alegar que só teve conhecimento da doença do seu empregado após a citação no processo trabalhista. A juíza Luciana é filha do advogado Antonio Bezerra de Oliveira.

Deu na Folha

A coluna “Painel”, da Folha de S. Paulo, informa que Valdemar Costa Neto, o todo-poderoso chefão do PR, acertou há um mês que o comando da comissão especial da reforma da Previdência ficaria com sua sigla, mas precisou reforçar o lobby na manhã de quinta-feira passada, véspera do anúncio. Pelo posto, diz o jornal, ele teria abdicado do comando da comissão que vai analisar o projeto da reforma tributária. A decisão tem explicação: Costa Neto acha que , no comando da Previdência, o PR terá mais poder.

Cobranças

Moradores do bairro do Shangai voltam a cobrar o rebaixamento do canteiro central e extremidade da Praça João Batalha, para facilitar a passagem de idosos que vão à feira do bairro e de cadeirantes. A mobilidade naquele espaço foi prejudicada em razão da obra que modificou o acesso à passagem subterrânea Osvaldo Crespo de Abreu. Após as primeiras reclamações feitas a este jornal, o secretário José Luiz Freire, de Transportes, informou que uma firma estava sendo contratada para projetar as mudanças. Pelo visto, está difícil…

A esta altura, estamos exaustos da constatação diária de que o governo combina, em doses inéditas, ingenuidade, despreparo e falta de convicções.

Luís Eduardo Assis, economista, ex-diretor do Banco Central e professor da PUC-SP e FGV-SP