INFORMAÇÃO

Reconhecimento ao trabalho de Jurandyr

Aos 83 anos, o professor e historiador Jurandyr Ferraz de Campos, está prestes a receber uma manifestação de reconhecimento – tardio, é verdade – ao trabalho por ele realizado em favor de Mogi das Cruzes. O filho de Caçapava, no Vale do Paraíba, deverá ser homenageado com o título de Cidadão Mogiano, conforme prevê a proposta de autoria de Pedro Hideki Komura (PSDB) e Edson dos Santos (PSD), subscrita por outros vereadores, que deverá ser aprovada, em breve, pelo plenário da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes. Bacharelado em História pela USP e licenciado pela PUC, Jurandyr tem sido um grande divulgador das tradições religiosas e folclóricas da cidade, especialmente aquelas ligadas à Festa do Divino Espírito Santo, da qual, inclusive, já foi festeiro, no ano de 1989. O professor universitário que já foi também secretário municipal de Cultura e Meio Ambiene de Mogi, dirigiu o Museu de Arte Sacra de Mogi e participou também de um projeto de arqueologia que envolveu a região da Serra do Itapeti. Fundador, coordenador e membro do Conselho Editorial da Boigy, foi responsável pela publicação de cadernos que mostravam histórias e documentos preservados pelo Arquivo Histórico e Pedagógico de Mogi. Um estudioso do passado de Mogi, Jurandyr foi o responsável pela criação da Associação Mogiana de Paleografia, que a partir de 1998, trabalhou com antigos documentos ligados à história de diferentes setores da cidade. Atuou também em outros municípios, mas o forte de suas pesquisas históricas sempre foi Mogi e seus personagens, retratados em obras como “Santa Anna das Cruzes de Mogy- huma villa de serra asima”; “As Bandas destas Bandas”, com a história da Corporação Musical Santa Cecília; “Suma Histórica da Venerável Ordem Terceira do Carmo”, “Festa do Divino Espírito Santo”, um histórico da festa mais tradicional da cidade, entre outras obras. Entre os anos de 1996 e 2003, Jurandyr escreve sobre a história mogiana, em colunas que foram publicadas por O Diário.

Sala Höganäs

O vice-cônsul geral da Suécia, Peter Johansson, virá à cidade, na próxima terça-feira (2 de abril), às 9h30, para participar da inauguração da Sala Höganäs, no Polo Digital. Trata-se de um espaço mobiliado e equipado pela empresa sueca, produtora de pós metálicos, com sede em César de Souza, destinado a reuniões e outras atividades de empreendedores do Polo. O patrocínio também aproxima a Höganäs dos criadores de startups que atuam junto ao centro de desenvolvimento tecnológico de Mogi.

Rejeição

Por nove votos a um, a Câmara de Mogi rejeitou a moção de repúdio ao presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia (DEM), por adiar a análise e votação do projeto anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro. De autoria de Diego Martins, o Diegão (MDB), o documento continha um duro protesto do vereador, que também cobrava de Maia “bom senso e trabalho em favor do Brasil, sem vaidades com o Governo Federal”. A propósito: ontem, Maia e Moro se reuniram, fumaram o cachimbo da paz, e acertaram a tramitação do pacote, sem mais traumas.

Subsede

Devem ser iniciadas, ainda neste primeiro semestre, as obras de construção da futura subsede da Guarda Municipal de Mogi das Cruzes, no distrito de Jundiapeba. Ao custo de R$ 1,5 milhão, o futuro polo de segurança irá ocupar o lugar do prédio que abrigou o antigo Pelotão da Polícia Rodoviária, hoje completamente abandonado e depredado. A licitação para contratar a empreiteira responsável pela obra deverá ser concluída em maio próximo.

Eleições

Não passou despercebido dos observadores mais atentos a empolgação do vereador Antonio Lino da Silva (PSD) após um encontro com dirigentes do seu partido na cidade. Lino nunca escondeu de ninguém o seu desejo de ser prefeito de Mogi e se a conversa o deixou animado é porque alguma perspectiva lhe foi aberta em relação a 2020. A conferir.

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A direita brasileira está em 1964 e esquerda, em 1968.

João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão, cantor, compositor, escritor e multi-instrumentista