POLÍCIA CIVIL

Reduzido atendimento ao público no 2º Distrito de Mogi das Cruzes

SITUAÇÃO Quem quiser só orientações deve apertar campainha. (Foto: Laércio Ribeiro)
SITUAÇÃO Quem quiser só orientações deve apertar campainha. (Foto: Laércio Ribeiro)

“Para atendimento toque aqui”. O aviso indicava ontem a campainha instalada na semana passada no batente da porta do 2º Distrito Policial, em Braz Cubas, que por mais de duas décadas funcionava 24 horas e com cinco equipes básicas atuando em sistema de rodízio formada por delegados, escrivães e investigadores. Novos tempos: sob o pretexto que falta efetivo a tradicional delegacia passou a atender ao público por ordem do delegado seccional Jair Ortiz Barbosa, das 9 às 19 horas, no mesmo horário dos 3º e 4º distritos policiais de César de Souza e Jundiapeba.

Como acontece com estas duas unidades, o 2º DP também está fechado nos finais de semana – sábado e domingo – e feriados. O recém empossado delegado titular João Renato Weselowski substituiu o delegado Jorge Luis Neves Esteves, agora só na Dise. Ele explicou a O Diário que “no prédio sempre terá um policial para dar orientações”.

Se uma vítima residir, por exemplo, em um dos bairros da divisa de Mogi com Suzano ou Itaquá, ou mesmo em Jundiapeba, Taiaçupeba, Braz Cubas, César de Souza ou na zona rural, terá que formalizar à noite a queixa no Distrito Central, no Parque Monte Líbano. Lá foi implantado em caráter precário a Central de Flagrantes, cuja equipe que dependendo do plantão não tem número suficiente de policiais fica responsável pela elaboração de autos de prisão em flagrante, termo circunstanciado, atos infracionais e ainda registro de boletins de ocorrências.

A prioridade na Central de Flagrantes é evidentemente ‘fazer os flagrantes’ de criminosos presos. A cidade de Itaquá/Poá também ganhou uma unidade do tipo e cogita-se outra central para atender Suzano/Ferraz. Enquanto isso, a população segue esperando com muita paciência para comunicar um crime às autoridades policiais e obter cópia do B.O.