INFORMAÇÃO

Renais crônicos terão mais vagas para a hemodiális

Anúncio será feito hoje, às 11h30, em evento, na Prefeitura

Uma boa notícia para os 59 pacientes renais crônicos de Mogi das Cruzes que utilizam transporte municipal para submeterem-se a sessões de hemodiálises em unidades de saúde da Capital. Durante solenidade marcada para as 11h30 de hoje, em seu gabinete, o prefeito Marcus Melo (PSDB) deverá anunciar a criação de 60 novas vagas para hemodiálise junto ao Instituto de Nefrologia de Mogi das Cruzes, atualmente funcionando na rua Gaspar Conqueiro, Alto do Ipiranga. Os serviços começarão a ser prestados somente no final do mês de novembro, quando deverão estar concluídas as obras de ampliação no prédio cedido pelo município à empresa sueca Diaverum, responsável pela prestação desse tipo de assistência aos renais crônicos da cidade. Na oportunidade, Melo deverá anunciar a prorrogação por mais cinco anos da cessão de uso do prédio de propriedade municipal à empresa. Atualmente, são atendidos naquele espaço cerca de 300 doentes que necessitam da hemodiálise periódica. O número de vagas, no entanto, é insuficiente, já que há os pacientes que são levados para São Paulo por veículos da Prefeitura, além de outros que as próprias famílias se encarregam de conduzir até o local onde passam pela filtragem artificial do próprio sangue, em razão de portarem algum tipo de doença que provoca a insuficiência no funcionamento de seus rins. A viagem até a Capital torna-se um enorme sacrifício para essas pessoas que acabam ficando, por muito tempo, conectadas à máquina que realiza a hemodiálise. E o pior: o sacrifício é repetido periodicamente, já que processo não pode ser interrompido, sob o risco de o paciente enfrentar sérias complicações de saúde e até mesmo vir a falecer. O prefeito está buscando uma fórmula para assegurar que o tratamento desses mogianos seja transferido para as novas vagas criadas em Mogi. Apesar de a Prefeitura ceder o espaço, o convênio com a empresa responsável pela hemodiálise é feito diretamente com o governo estadual.

Na Capital

É delicado o estado de saúde do provedor da Santa Casa de Misericórdia de Mogi, Austelino Pinheiro de Mattos, internado há dois meses em hospitais da Capital. Depois do Hospital Paulistano, ele foi transferido para o Beneficência Portuguesa, onde esteve durante as últimas semanas.

Quem indicou?

Desde que o caso do desvio de dinheiro da Prefeitura foi divulgado, no final da semana passada, uma pergunta vinha sendo feita nos bastidores da política: se o funcionário acusado pelo desfalque era comissionado, qual político teria feito a sua indicação para o cargo? Questionada pela coluna, a assessoria do prefeito respondeu que a contratação foi feita pelo RH da Prefeitura, que o conheceu como funcionário de uma empresa que prestava serviços à Prefeitura de Mogi.

Homenagens

A seção “Obituário”, da edição de ontem do jornal Folha de S. Paulo, foi dedicada ao professor e historiador Jurandyr Ferraz de Campos, que faleceu aos 83 anos, no último dia 17, vítima de fibrose pulmonar e pneumonia. A publicação destaca seu trabalho em favor da cultura e da história mogiana. A Câmara de Mogi também aprovou voto de “profundo pesar” pelo falecimento de Jurandyr, numa iniciativa dos vereadores Edson Santos (PSD) e Pedro Komura (PSDB).

Esclarecendo

A incorporadora Helbor Empreendimentos S.A. esclarece “que foi fundada pelo economista Henrique Borenstein, em 1977, e não por Hélio Borenstein, que faleceu em 1964. Informa também que a Helbor e sua holding, a Hélio Borenstein S.A – Administração, Participações e Comércio, não possuem qualquer relação comercial com o Sr. Alexandre Frota ou com o Sr. Hélio Borenstein II, citados em nota veiculada na coluna Informação de O Diário, com informações publicadas na coluna Terraço Paulistano de Veja São Paulo”.

Frase

A dor eventual é o preço da vida: passagem, seguro e pedágio.

Lya Luft, 81 anos, escritora e tradutora brasileira, além de colunista mensal da revista Veja e professora aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

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