Rodada de Negócios do Ciesp, uma alternativa em meio à crise

O trânsito permaneceu parado por mais de 10 minutos na passagem de nível do Centro, devido a problemas mecânicos com uma composição de passageiros / Foto: Eisner Soares
O trânsito permaneceu parado por mais de 10 minutos na passagem de nível do Centro, devido a problemas mecânicos com uma composição de passageiros / Foto: Eisner Soares
Em meio a uma das maiores crises do setor industrial, a Diretoria Alto Tietê do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) agendou para o próximo mês a Rodada de Negócios de Mogi das Cruzes, que vai reunir empresas de diversos segmentos e portes, com o objetivo de criar oportunidades de compras e vendas na Região. Com 14 âncoras já confirmadas, entre elas, as grandes Clariant, Höganäs, Komatsu, Nadir Figueiredo e Suzano Papel e Celulose, o evento deverá reunir cerca de 100 empresas no Sesi de Braz Cubas, no próximo dia 17, das 13 às 18 horas. A sistemática é simples: empresas de menor porte têm a oportunidade de negociar e oferecer seus produtos/serviços diretamente com os setores de compras das grandes indústrias, criando assim uma corrente comercial regional. A expectativa é de que, numa única tarde, pelo menos 800 reuniões sejam realizadas entre as participantes. Com base nas edições anteriores, realizadas em 2012 e 2013, a expectativa é de que 60% das negociações iniciadas durante a Rodada de Negócios se transformem, posteriormente, em contratos, movimentando alguns milhões de reais. O diretor do Ciesp Alto Tietê, José Francisco Caseiro, ressalta que estimular os negócios entre as empresas locais é essencial para gerar receita e ajudar a reduzir o desemprego. Segundo ele, muitas vezes as grandes empresas demandam serviços e produtos de empresas de outras regiões do País por desconhecer a existência da oferta dos insumos no próprio Alto Tietê, o que encarece os custos finais e compromete a logística.

FRASE

Que os agentes públicos, ao menos, sejam mais verazes, menos despudorados em mentir, pois esse degradado dom de iludir é cada vez mais repudiado pela consciência popular.

Chico Alencar, deputado federal (PSOL-RJ), comentando sobre o mau uso das palavras, nos dias de hoje, pelos políticos