INFORMAÇÃO

Secretário de Mogi comenta sobre Gorinchteyn na Saúde

Henrique Naufel foi professor do médico formado pela UMC

O secretário municipal de Saúde de Mogi, médico Henrique Naufel, não poupa adjetivos ao falar de seu ex-aluno no curso de Medicina da UMC, o recém-indicado para o cargo de secretário de Estado da Saúde, o infectologista Jean Gorinchteyn. Ele começa dizendo ter sido uma “escolha fantástica” feita pelo governador João Doria (PSDB), de alguém que foi “um aluno brilhante”, e que veio a se tornar professor da faculdade onde estudou, além de atuar como médico do Instituto de Infectologia do Hospital Emílio Ribas, onde se tornou conhecido por seu trabalho. Um “estudioso da área”, além de “inteligente e capaz”, alguém que “pega tudo muito rápido e conhece a região como ninguém”, diz Naufel, para quem Mogi é o “segundo lar” de Gorinchteyn, que costuma visitar a cidade, ao menos uma vez por semana. Mesmo que seja somente para fazer compras para a sua residência da Capital, em um conhecido atacarejo da rua Ricardo Vilela, no centro. Este é um dos hábitos pouco conhecidos do novo secretário de Estado, que fala fluentemente o hebraico, além do inglês, e é pai de um filho que serve ao exército israelense. E voltando ao secretário Naufel, ao Podcast Informação ele lembrou que no dia seguinte à sua posse em 10 de março, o infectologista já estava fazendo parte do Comitê Gestor montado pelo prefeito Marcus Melo (PSDB), então presidente do Condemat, para combater a pandemia na região. E como era o seu antigo aluno? “Sempre foi muito inteligente, alguém fora da casinha. Ele está na ponta da curva de Gauss, não está no meio não”, disse o secretário mogiano referindo-se à curva em forma de sino, com distribuições de probabilidade mais utilizadas para modelar fenômenos naturais. Naufel também não vê problemas para o futuro secretário, após a volta à normalidade, pós-pandemia: “A administração pública é completamente diferente do que a gente faz na área acadêmica. Eu estou aprendendo isso, estou tomando cacetada de todo lado, mas a gente aprende. Ele é mais jovem do que eu… Burro velho é mais difícil… Ele é jovem, aprende mais depressa e certamente, o que virá depois será o melhor para o Estado e para todos nós”, garantiu.

De Olho”

O empresário mogiano, Henry Borenstein, presidente-executivo da Helbor Empreendimentos, participa, às 19 horas de hoje, do evento “De Olho no Mercado Imobiliário”, promovido pelo jornal O Estado, para debater os rumos do setor. Com mediação da jornalista Mariana Barros, o encontro terá ainda as participações de Álvaro Coelho, presidente da Coelho da Fonseca Empreendimentos Imobiliários, e de Roberto Aflalo Filho, arquiteto e sócio da Aflalo & Gasperini. O evento terá transmissão pela TV Estadão e pelas redes sociais da publicação.

Aplausos

A professora mogiana Raelen Brandino Gonçalves, da Escola Municipal Professora Therezinha Soares, na Vila Brasileira, vencedora do Prêmio Professor Transformador, com o projeto “Extra, extra, extra: tá na hora de brincar”, recebeu votos de aplausos e congratulações da Câmara Municipal, que aprovou proposta de autoria do vereador Marcos Furlan (DEM).

Lives

A vereadora Fernom a atanda Moreno (MDB) realiza uma live, em suas redes sociais, às 18 horas de hoje para tratar da questão de resgate de animais, visando esclarecer dúvidas sobre o tema. Também hoje, às 19 horas, a pré-candidata a vereadora e jornalista Alessandra Shimomoto (PL) juntamente criz e ativista Alexandra Martins (mulher do ator Antonio Fagundes), no Instagram do @vaitermulhersim, batem papo sobre sororidade, que é a relação de irmandade, união, afeto ou amizade entre mulheres, assemelhando-se à estabelecida entre irmãs.

Ouvidoria

Terminou sem decisão a sessão extraordinária da Assembleia Legislativa que deveria dar início à discussão do projeto de autoria do deputado Frederico D’Ávila (PSL) propondo o fim da Ouvidoria das Polícias Civil e Militar de São Paulo. O ouvidor (que é de Mogi) Elizeu Lopes vem atuando nos bastidores para impedir a aprovação da proposta. Para o ouvidor, o projeto é, ao mesmo tempo, “ruim e bom”. Ruim, segundo ele, para a sociedade, que perderia uma de suas conquistas, “pois todos os órgãos devem ter um controle social”. E bom, pois “aqueles que consideram o ouvidor ‘chapa branca’, terão de somar com ele para evitar a desativação.”

Não sou político; sou principalmente um individualista. Creio na liberdade; nisso se resume a minha política.

Charles Chaplin (1889-1977), ator, diretor, compositor, roteirista, produtor e editor britânico


Deixe seu comentário