Thaís Oliveira

 Qual a sua formação?

Thais-Oliveira
Thaís Oliveira

Me formei em Biomedicina pela UMC no ano de 2003 e atuei na área durante alguns anos.

Fale um pouco de suas experiências profissionais.
Depois de um tempo como biomédica, fui convidada a gerenciar o departamento comercial de uma rede de laboratório. Em 2007, quando o meu pai Marco Oliveira, inaugurou a casa de shows Rancho Santa Fé, a demanda cresceu e optei em trabalhar somente com os negócios da família. Passei um período estruturando os diversos setores da empresa. Sempre fui uma profissional eclética, pois exercia diversos papéis como a contratação e treinamento de colaboradores e funções do departamento financeiro.

Como se especializou na área administrativa?
Após esse período percebi que a teoria na área da Saúde não me dava a base necessária para o campo administrativo. Foi quando resolvi fazer vários cursos da área, como o de “coaching”, o qual auxiliou a potencializar minhas qualidades, e me permitiu ser uma líder de verdade. Conclui esse curso na época da transição do antigo prédio do Rancho Vacaloca para o novo. No final de 2013, resolvi fazer um MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, e acabei de me formar. Posso dizer com todas letras que apesar da correria eu faria tudo de novo, pois o conteúdo teórico que eu tanto queria, adquiri! Atualmente faço MBA em Gestão de Eventos e Cerimoniais de Luxo pela URM.

Fale um pouco da sua atual rotina de trabalho.
Hoje, sou diretora comercial e coordenadora de projetos do Rancho Vacaloca. Não tenho muita rotina, pois o ritmo varia de acordo com a época. Procuro ter disciplina com os meus horários. O meu maior desafio no dia a dia é unificar todas as informações necessárias, para que cheguem com precisão aos clientes, afinal, com essa velocidade da internet não podemos dar um deslize.

O que você aprendeu na vida pessoal e leva para o lado profissional?
Aprendi no Cáritas, o qual frequento desde os quinze anos de idade, que quando aprendemos fazer o bem sem interesse, o universo conspira a favor. O ato de ajudar, não só financeiramente, mas com uma palavra ou um gesto de carinho, faz de nós um instrumento de paz. Sozinhos não somos nada e precisamos sempre somar nossas forças para alcançar os nossos objetivos.