UBS IPIRANGA

Três organizações de saúde disputam contrato de posto de saúde em Mogi

Em nota, a Pró-Saúde afirma que cumpriu todos os pagamentos de prestadores de serviços e fornecedores referentes à gestão da Unidade Básica de Saúde (UBS) Alto do Ipiranga. (Foto: arquivo)

A nova organização social de saúde que administrará a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Alto do Ipiranga deverá ser definida até o final desta semana. O chamamento iniciado no dia 26 de dezembro – que também se refere ao contrato de gestão do Laboratório Municipal, Central de Agendamento do SIS 160, Estratégia Saúde da Família, Programa Alô Mãe Mogiana estava em fase de finalização da análise da documentação para habitação, nesta quarta-feira (8). Participam três organizações sociais de Saúde: Cejam, INTS e Insaúde.

Atualmente o contrato da UBS do Alto do Ipiranga, localizado na rua Capitão Joaquim de Mello Freire, no Alto Ipiranga é gerenciado pelo Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim (Cejam), que foi contratado provisoriamente, após término do contrato com a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar em agosto último.

Situação similar é vivida no Hospital Municipal e na UPA do Oropó: os ex-funcionários da unidade do Alto Ipiranga que prestavam serviço para a Pró Saúde não receberam aviso prévio ao fim do contrato, e aguardam por receber verbas rescisórias.

Em nota, a A Pró-Saúde reitera que mantém esforços para resolver com brevidade a situação dos colaboradores que atuavam nas unidades gerenciadas pela entidade em Mogi das Cruzes.

Questionada sobre o caso da UBS Alto do Ipiranga e Unicafisio, a entidade afirma que as verbas rescisórias e obrigações trabalhistas foram depositadas em juízo, pela Pró-Saúde, para que a Justiça encaminhe a definição dos pagamentos. A Justiça do Trabalho agendou a audiência para fevereiro.


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