Vandalismo destrói 20 lixeiras por mês em Mogi

No interior do Mercado do Produtor, no Mogilar, restam apenas a tampa dos coletores de lixo / Foto: Jonny Ueda
No interior do Mercado do Produtor, no Mogilar, restam apenas a tampa dos coletores de lixo / Foto: Jonny Ueda

Enquanto a região central de Mogi das Cruzes tem lixeiras novas em cada esquina, o item, indispensável para garantir a limpeza urbana, inexiste ou está em más condições em áreas mais afastadas da Cidade.
No Mercado do Produtor, por exemplo, duas das três lixeiras instaladas na praça de alimentação estão apenas com as tampas – aparentemente novas. A única que está completa é antiga e está desgastada pelo tempo.
De acordo com o comerciante Jorge Almeida, de 65 anos, o problema das lixeiras quebradas já persiste há, pelo menos, três meses. Ele diz que a segurança no local já não é a mesma e vândalos entram lá durante a noite para mexer nas mercadorias e destruir os equipamentos.
Além disso, segundo um trabalhador do local que preferiu não se identificar, não há lixeiras nas demais áreas do Varejão para atender aos trabalhadores e ao público que frequenta lá durante os finais de semana e feiras noturnas.
Dentro dos bairros, só é possível encontrar lixeiras – e nem sempre – nas vias principais. Não é o caso, por exemplo, da Avenida Prefeito Carlos Ferreira Lopes, que corta o Jardim Rodeio, e não tem nenhum ponto de descarte de lixo. Na Vila São Francisco e na Vila Rubens também é difícil encontrar lixeiras. (Danilo Sans)

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