Vitória aproxima o Mogi da vaga

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AJUSTES O pivô Gerson procura companheiro para efetuar passe durante treino do Mogi: time corrige falhas para vencer segunda partida
 

O Mogi/Helbor tem tudo para dar o segundo dos três passos necessários para a etapa quartas de final da 8ª edição do Novo Basquete Brasil (NBB8). O time encara hoje, às 19 horas, o Vitória, para obter o segundo resultado positivo na série melhor de cinco jogos da etapa oitavas de final. A partida será no Ginásio Municipal Hugo Ramos, no Mogilar. A equipe mogiana já venceu o primeiro confronto, em Salvador, por 74 a 72, na noite da última segunda-feira. Se manter a vantagem, bastará ao elenco do técnico Danilo Padovani mais uma vitória o terceiro desafio será neste sábado – em três partidas para eliminar o rival. Já a agremiação da Bahia precisa evitar uma derrota nos dois próximos duelos (hoje e sábado) para respirar e voltar a jogar em seu ginásio no pega de número 4.
A diferença técnica entre as equipes é enorme. A vantagem do Mogi sobre o Vitória é muito grande, por mais que todos no time falem o contrário. Principalmente se o fator retrospecto for acionado.
Na etapa de classificação foram dois resultados positivos para os mogianos – 83 a 64, em Salvador; e 84 a 77, no Mogilar. Com o resultado do primeiro pega do playoff, o elenco do Alto Tietê lidera a disputa particular com o grupo da Bahia, por 3 jogos a 0.
Além disso, os times fecharam a primeira fase com campanhas bem diferentes. No 5º lugar com 19 vitórias em 28 partidas, o Mogi tem a vantagem de fazer três dos cinco jogo, se necessário, em seu ginásio. Tudo porque o Vitória, dirigido pelo mogiano Régis Marrelli, encerrou a etapa de classificação no 12º lugar – último time a se garantir – com apenas 8 resultados positivos em 28 jogados.
Para piorar a situação do Vitória, o time mogiano só perdeu duas das 14 partidas disputadas no Ginásio Municipal nesta temporada do NBB – derrotas diante do líder Flçamengo e do terceiro colocado Paulistano.
Além de ter que colocar o seu time na quadra com a imagem das jogadas do Mogi na memória do seu elenco, o técnico Marrelli só pode obter sucesso nos pegas no Alto Tietê se o fator “pressão” afetar o time mogiano.
Para não ver seu time no “sufoco” como foi no jogo 1, o técnico Danilo Padovani, do Mogi, treinou seu time na manhã de ontem para corrigir os erros da partida em Salvador, definida apenas na prorrogação. “A gente sabia que seria um jogo duro, difícil. Jogamos muito mal, tomamos muitos pontos no primeiro tempo. Conseguimos corrigir no segundo, melhorando a defesa, mas nosso aproveitamento foi horrível. Nossos principais jogadores também foram mal. O importante é pensar no próximo jogo em casa e tentar melhorar”, avaliou o treinador.


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