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Beisebol de Mogi é campeão de torneio em Arujá

A categoria pré-infantil (atletas de até 10 anos) do Bunkyo Mogi Beisebol conquistou o título de campeão da Chave Ouro do 37° Torneio Acrilex realizado no último final de semana (24 e 25), em Arujá. Além do time mogiano e do time da casa GECEBS, estiveram presentes: Anhanguera de Santana do Parnaíba, Atibaia, Bastos, Cooper […]

2 de julho de 2023

Reportagem de: O Diário

A categoria pré-infantil (atletas de até 10 anos) do Bunkyo Mogi Beisebol conquistou o título de campeão da Chave Ouro do 37° Torneio Acrilex realizado no último final de semana (24 e 25), em Arujá.

Além do time mogiano e do time da casa GECEBS, estiveram presentes: Anhanguera de Santana do Parnaíba, Atibaia, Bastos, Cooper Clube de Cotia, Gigantes da Capital, Ibiúna, Indaiatuba, Nikkei de Curitiba, Nippon Blue Jays de Arujá, Pinheiros de Curitiba, São José dos Campos e Tozan de Campinas.

Emerson Mukotaka rebateu 1 homerun (HR) e finalizou o torneio com 3 corridas impulsionadas (RBI). Gustavo Sumiya e Otto Polizelli foram os demais destaques do time no ataque rebatendo para um AVG de .500 (2 em 4) e .667 (2 em 3), respectivamente, e ainda 2 corridas impulsionadas cada um.

Jefferson Sena, carinhosamente chamado de “SenseiCoquinho” pelos atletas, que foi recentemente convocado a deixar o campeonato brasileiro amador de beisebol e reforçar a comissão técnica da categoria, explica a nomenclatura: “HR ou Homerun é a rebatida que ultrapassa os limites do campo permitindo que o rebatedor percorra todas as bases e anote uma corrida, ou um ponto. RBI ou Corridas Impulsionadas pode ser relacionada a uma assistência do basquete, pois o rebatedor impulsiona os corredores em base a marcar pontos. AVG ou Average é a média de rebatidas válidas face ao número de vezes que o rebatedor se põe a rebater, ou seja, no beisebol qualquer número acima de .300 ou 30%, pode-se considerar uma boa média para um rebatedor”.

O técnico Paulo Marchetti, visivelmente emocionado após a partida final, e ainda encharcado após o tradicional banho de água gelada promovido pelos atletas aos técnicos campeões diz qual foi a diferença: “Raça, entrega, suor, persistência, resiliência.

Agarramos as vitórias com unhas e dentes e as crianças mostraram dentro de campo que talento, técnica, tática obviamente são importantes, mas o coração, num jogo pegado e igual, é que faz a diferença”.

A modalidade esportiva tem tradição na cidade, mas a partir de 2022 ganhou novos parceiros, atletas, e voltou a ter destaque no mundo esportivo.

Juliano Abe, manager geral do Bunkyo Mogi Beisebol, é um dos responsáveis por auxiliar o time nessa nova fase e conta como o time vem trabalhando para conquistar novos adeptos: “A Prefeitura de Mogi Cruzes sempre esteve ao lado da modalidade, e partir do ano passado o Colégio Gutenberg passou a ceder a quadra poliesportiva para os treinos indoor, e, neste ano de 23 conseguimos estruturar e por pra rodar um projeto da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado de São Paulo, tendo a participação direta das empresas mogianas Embu, Hogänäs, Rud Correntes e Supermercados Shibata como incentivadores”.

Juliano explica que cada etapa integra um Plano de Metas Estratégicas elaborado pela atual diretoria, ainda no início de 2022, baseado em 3 pilares: pessoas, oportunidades e infraestrutura. 
Crianças de 7 a 12 podem iniciar a prática do beisebol.

Os interessados podem entrar em contato pelo whatsapp (11) 99711-2262 ou enviar e-mail para o endereço eletrônico [email protected] .

 

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