MENU
BUSCAR
Criaticidade

Ilha Marabá tem visitação monitorada para lazer e educação ambiental em Mogi

Uma das premissas das cidades criativas é investir em potenciais naturais da cidade e da região

CriaticidadePublicado em 28/09/2021 às 17:56Atualizado há 2 meses
Prefeitura de Mogi das Cruzes
Prefeitura de Mogi das Cruzes

ENTENDA O CANAL CRIATICIDADE

Uma das premissas das cidades criativas é trabalhar potenciais naturais da cidade e da região. Talvez algo pouco explorado em Mogi das Cruzes, que tem uma predominância forte para o turismo, principalmente o turismo ecológico, e o meio ambiente.

LEIA

Mogi anuncia que vai tombar a Serra do Itapeti

Saiba mais sobre o novo parque de Mogi para prática esportiva

Ainda não entendeu o 'Viva Mogi'? A gente explica

Como transformar Mogi em uma Cidade Criativa

Iniciativas pontuais, no entanto, estão sendo trabalhadas. Um exempolo é o Núcleo Ambiental Ilha Marabá, no Mogilar, qaue começa a receber visitas monitoradas e é uma ótima atração de lazer e educação ambiental, principalmente agora, com a chegada da Primavera.

Na segunda-feira (27/09), um grupo de 31 crianças do Cempre Professor José Limongi Sobrinho, no Botujuru, esteve no local e conheceu toda a estrutura do equipamento. Com 13,4 mil metros quadrados, o núcleo proporciona aos visitantes a oportunidade de vivenciarem de perto o ecossistema do rio Tietê. Uma ponte de madeira sobre o rio permite que as pessoas percorram a ilha por uma trilha, oferecendo o contato direto com a várzea do Tietê, que é muito rica.

As visitas ocorrem para grupos reduzidos e com uso obrigatório de máscara. O horário é das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30, com o agendamento sendo realizado pelos técnicos da secretaria, conforme a procura, pelo telefone (11) 4798-5959. Durante as visitas, é possível abordar temas como conservação dos recursos naturais, arborização e mudanças climáticas, entre outros.

Feira agroecológica

Outra atração da Ilha Marabá é a Feira Agroecológica, que terá sua próxima edição no sábado, dia 2 de outubro. A iniciativa é fruto de uma parceria entre as Secretarias Municipais de Agricultura, Cultura e Verde e Meio Ambiente, além da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CATI/CDRS). A feira atende a uma demanda por produtos orgânicos e é a primeira com este perfil na cidade. O objetivo estimular o desenvolvimento sustentável por meio da produção agrícola orgânica, agroecológica ou em transição.

Os visitantes encontram na feira barracas de hortifrutis, produtos agroecológicos, em transição agroecológica, orgânicos, mel e derivados, panificação e confeitaria, bem como artesanato. Os feirantes foram selecionados por meio de chamamento público. A prática da agroecologia consiste na produção sustentável, sem emprego de transgênicos ou agrotóxicos e considerando todo ecossistema envolvido, incluindo os componentes ecológicos, socioculturais, técnicos e econômicos.