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Acordo entre 17 vereadores pode eleger Furlan presidente da Câmara

Entendimento foi fechado numa reunião realizada após a sessão da Câmara desta quarta-feira (1º). Maioria entre os 23 poderá inviabilizar lançamento de chapa de oposição, o que não pode ser descartado

Darwin ValentePublicado em 01/12/2021 às 17:58Atualizado há 2 meses
Divulgação - Assessoria do vereador Marcos Furlan
Divulgação - Assessoria do vereador Marcos Furlan

O acordo para composição definitiva da futura Mesa Diretora da Câmara Municipal pode ter vindo muito antes do que se esperava. Atuando em frentes separadas, Pedro Komura (PSDB) e Marcos Furlan (DEM) conseguiram viabilizar entendimento com os integrantes outras bancadas para o lançamento de chapa de consenso, com maioria de votos, para  o pleito marcado para ocorrer no  próximo dia 14, uma terça-feira.

Segundo apurou a coluna, Marcos Furlan deverá encabeçar a chapa, como candidato a presidente, tendo Pedro Komura como primeiro vice-presidente e Carlos Lucarefski (PV) no cargo de segundo vice; Maurino José da Silva, o Policial Maurino (PODE), como primeiro secretário, e Mauro Mitsuro Yokoyama, o Mauro do Salão (PL), como segundo secretário.  Antes da sessão da tarde desta quarta-feira (1º) começar, ainda havia alguma dúvida em relação a alguns nomes que constavam da lista. O assunto voltou a ser discutido numa reunião, logo após o término da sessão, com a participação de 16 vereadores,  quando se definiu a composição a ser oficializada na futura votação.

Não participaram da reunião, os vereadores Iduigues Ferreira Martins (PT), Inês Paz (PSOL), Otto Flôres de Rezende (PSD),  Milton Luiz da Silva, o Bi-Gêmeos (PSD), Marcelo Porfírio da Silva, Marcelo do Sacolão (PSDB), Edson Santos (PSD) e Mauro Assis Margarido, o Maurinho do Despachante (PSDB). Apesar de não haver participado da reunião, Maurinho faria parte da relação dos apoiadores  de Furlan, segundo informações passadas no final da tarde a esta coluna.

Com 17 votos dos 23 existentes na Câmara, a chapa de apoio a Furlan teria uma vitória garantida. 

Mas não se sabe ainda se os vereadores que ficaram de fora do encontro vão aceitar pacificamente a maioria, ou se irão lançar uma chapa de oposição e apostar no que poderia ser chamado de “Operação Traição”, a qual consistiria em tentar demover alguns vereadores do apoio já declarado  a Furlan  e tentar uma virada de jogo. Algo que, convenhamos,  não seria tão fácil assim.

A rapidez na definição da chapa de consenso entre os vereadores foi a fórmula encontrada para impedir que a existência, até esta quarta-feira (1º) de quatro concorrentes - Otto Rezende (PSD), Iduigues, Furlan e Komura - atraísse interferências externas para a disputa, que tanto poderiam vir do prédio ao lado da Câmara, como de parte de deputados  ou outros chefres políticos. Segundo informações obtidas pela coluna, Furlan e Komura trataram de agir rapidamente e acertar os apoios necessários à eleição do primeiro. Com isso, Komura abriu mão de sua candidatura  a presidente em favor de Furlan, atual líder do prefeito Caio Cunha (PODE) no Legislativo, que teria recebido os apoios dos integrandes do grupo Vamos Ocupar a Cidade (VOC), liderado também pelo prefeito, formado pela bancada integrada pelos vereadores Eduardo Ota, Johnross Jones Lima e Maurino José da Silva, juntamente com a vereadora Maria Luiza Fernandes, a Malu (SDD). 

Também pesou nesta definição o fato de Furlan já contar com um grupo de apoiadores naturais, entre os quais está a vereadora Fernanda Moreno (MDB) e Juliano Botelho (PSB), entre outros.

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