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Agfe comemora chegada de seis novos associados

Às 13 empresas fundadoras da entidade, vieram se juntar a Embu, Gerdau, McDonald’s, Nachi, Padrão e a UMC

Darwin ValentePublicado em 08/10/2021 às 20:01Atualizado há 2 meses
Arquivo O Diário
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Os conselheiros da Agência de Fomento Empresarial (Agfe), entidade criada com objetivo de tornar as empresas locais mais competitivas e capazes de fomentar novos negócios, a partir de uma agenda econômica voltada para o município de Mogi das Cruzes, comemoraram durante reunião realizada, ontem à tarde, no Helbor Corporate, o ingresso de seis novos associados, elevando para 19 o total de participantes diretamente envolvidos com o grupo e suas metas.

Às 13 grandes empresas que participaram do lançamento da Agfe, em agosto passado, vieram a se somar a Pedreira Embu, Siderúrgica Gerdau, McDonald’s, Nachi, Padrão e Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). 

Com isso, o faturamento global das empresas envolvidas com a Agfe subiu de R$ 50 bilhões para R$ 76 bilhões, enquanto o número de empregos gerados por elas saltou de 101 mil vagas para 153 mil.

Desse total de empregos, 30 mil estão sendo gerados em Mogi das Cruzes. E uma das metas da entidade é atingir 40 mil vagas dentro do menor espaço de tempo possível. 

Após a criação da Agfe, a cidade pôde comemorar o retorno às atividades do setor de aciaria da Gerdau, que ajudou a alavancar importantes empregos, mesmo durante o atual período de pandemia.

As comemorações relativas à chegada de novos associados à Agfe foram compartilhadas com o deputado federal Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), que ministrou uma palestra para os conselheiros abordando temas de grande interesse para o setor, voltados para as novas medidas relacionadas ao setor empresarial. 

O parlamentar que foi o relator da Medida Provisória 1.040/2021, fez uma análise sobre como ficou tal legislação, voltada para a abertura econômica do País, após as alterações promovidas na Câmara, Senado e pelo presidente Jair Bolsonaro.

Bertaiolli foi realista com o atual cenário econômico do País, mas procurou demonstrar os pontos que poderão ajudar no fortalecimento da economia brasileira. 

O parlamentar também falou sobre empreendedorismo, os rumos da reforma tributária que continua patinando dentro e fora do governo. E, por fim, traçou um cenário do que poderá acontecer na economia do País durante o ano de 2022, marcado por algumas características muito especiais, como as eleições gerais do final do ano que além de mexer diretamente com o Congresso Nacional, também irão colocar em xeque o mandato do atual presidente Jair Bolsonaro, candidatíssimo à reeleição, mas que terá contra a ele a força de Lula, já livre da maioria das acusações da Operação Lava Jato, podendo ainda vir pela frente o surgimento da chamada terceira via. 

Ou seja, um ano naturalmente marcado pelos confrontos eleitorais, mas que poderá festejar também a redenção em relação à pandemia de Covid-19, cada vez mais contida, graças à vacinação que continua fazendo a diferença na diminuição dos casos de infecção e mortes.

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