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Pandemia

Mogi discutirá obrigatoriedade de aulas presenciais nas escolas municipais

Secretaria Municipal de Educação afirma que tem como premissa a preservação de vidas e que tratará o assunto junto ao Gabinete de Articulação para o Enfrentamento da Pandemia.

Larissa RodriguesPublicado em 14/10/2021 às 11:32Atualizado há 2 meses
Retorno das aulas presenciais e obrigatórias nas unidades municipais ainda não foi definido / Divulgação - Prefeitura de Mogi
Retorno das aulas presenciais e obrigatórias nas unidades municipais ainda não foi definido / Divulgação - Prefeitura de Mogi

Nesta quarta-feira (14), o governador João Doria (PSDB) anunciou a retomada obrigatória dos estudantes às aulas presenciais – incluindo as escolas estaduais, particulares e municipais – a partir de segunda-feira (18). A partir disso, as prefeituras deverão ampliar as medidas de abertura das unidades escolares. A Secretaria Municipal de Educação de Mogi das Cruzes informou que o assunto será discutido no âmbito intersetorial do Gabinete de Articulação para o Enfrentamento da Pandemia (Gaepe).

A Pasta ressalta ainda que tem como premissas a preservação da vida, o direito à educação das crianças mogianas e o cumprimento rigoroso dos protocolos sanitários, que devem ser seguidos não apenas nas escolas, mas no dia a dia das famílias. Desta forma, o processo de retomada tem sido feito gradualmente de acordo com os índices epidemiológicos da cidade.

No momento, as unidades escolares da rede municipal de ensino estão autorizadas a funcionar com até 100% da capacidade, desde que seja respeitado um metro de distanciamento.

De acordo com o que foi definido pelo Governo de São Paulo, todos os protocolos deverão ser seguidos até o final deste mês. A partir de 3 de novembro, novas mudanças passarão a ser implementadas, como a não obrigatoriedade do distanciamento de um metro e, por consequência, a descontinuidade do revezamento entre os alunos nas aulas presenciais. A medida vai permitir que 100% dos estudantes estejam presentes simultaneamente nas unidades.

Exceção à obrigatoriedade

Poderão permanecer em atividade remota os seguintes grupos:

– Jovens pertencentes ao grupo de risco, com mais de 12 anos, que não tenham completado seu ciclo vacinal contra Covid-19;

– Jovens gestantes e puérperas;

– Crianças menores de 12 anos pertencentes ao grupo de risco para Covid-19 para as quais não há vacina contra a doença aprovada no país;

– Jovens com mais de 12 anos com comorbidades e que não tenham completado o ciclo vacinal contra Covid-19;

– Estudantes com condição de saúde de maior fragilidade à Covid-19, mesmo com o ciclo vacinal completo, comprovada com prescrição médica para permanecer em atividades remotas.

O resumo com as informações anunciadas pelo Governo de São Paulo está disponível nesta página.

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