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PEDÁGIO NÃO

Osvaldo Baradel assina carta de número 49 contra o pedágio

Empresário destaca que construção de pedágio em Mogi das Cuzes é um projeto absurdo e que irá comprometer o crescimento e a geração de empregos

O DiárioPublicado em 12/07/2021 às 15:59Atualizado em 13/07/2021 às 07:14
Osvaldo Baradel [e empresário e presidente da Agestab / Foto: arquivo / O Diário
Osvaldo Baradel [e empresário e presidente da Agestab / Foto: arquivo / O Diário

O empresário Osvaldo Baradel, presidente presidente da Associação Gestadora do Distrito Industiral do Taboão, a Agestab, lembra ao governador João Doria que a construção de pedágio em Mogi das Cuzes é um projeto absurdo e que irá comprometer o crescimento e a geração de empregos na região destinada à atividade econômica da cidade e regão. 

Baradel assina a carta de número 49, publicada diariamente por O Diário, e assinada por lideranças políticas, sociais e empresáriais contrárias à cobrança do pedágio planejada na concessão que atenderá as cidades do Litoral.

As cartas não têm qualquer interferências editorial de O Diário, que também luta pelo fim do projeto em licitação internacional desde abril deste ano.

Ao Governo do Estado

Cumprimentamos vossas excelências e adiantamos a essência desta carta: “Pedágio, Não!”

A Associação Gestora do Distrito Industrial do Taboão (Agestab) nasceu em 2003 com o objetivo de uniros empresários em busca de benefícios coletivos e se tornar-se a principal porta-voz do Taboão.Buscamos cumprir à risca estes compromissos, apesar das inúmeras dificuldades que insistem em se apresentar, numa velocidade muito superior as soluções. 

Temos propagado e feito valer o lema que nos motiva e nos incentiva a seguir neste trabalho voluntário: “defender e desenvolver o nosso distrito é garantir futuro não apenas de Mogi das Cruzes, mas do Alto Tietê e da Região Metropolitana”.

A Agestab se orgulha em ter no seu DNA a participação em movimentos da sociedade civil contra ações que, inevitavelmente, trariam grandes prejuízos ao nosso distrito, a nossa cidade, aos nossos ideais. 

Sem esmorecer um minuto se quer, fomos protagonistas e estivemos no front da luta contra o aterro sanitário. Uma clara demonstração de que, quando nos unimos em um propósito, dificilmente perdemos uma guerra. 

E no ano em que completamos a maioridade, 18 anos, mais um imenso desafio se apresenta no horizonte. A proposta de cortar o município com um pedágio é uma aberração. 

Este absurdo irá comprometer o crescimento econômico e social da região. O pedágio causará impacto na geração de emprego e renda e na economia local. Haverá uma temerária separação das indústrias para com a força de trabalho da cidade. Os resultados deste cenário de caos serão demissões, perda de competitividade, fuga de empresase de profissionais qualificados. Investidores ficarão mais receosos em aplicar recursos na instalação ou ampliação de empresas. Toda cadeia produtiva será diretamente afetada pelo pedágio.

A Agestab, mais uma vez, se junta a toda Mogi das Cruzes, ao Alto Tietê, à classe empreendedora, à indústria e à sociedade civil e se apresenta para esta batalha. Faremos parte deste processo de resistência. De persistência.

Ainda em tempo, assim que perceberem o contrassenso desta proposta pedágio, aconselhamos vossas excelências a darem atenção a um projeto que, este sim, poderá trazer impactos positivos à Região Metropolitana de São Paulo e que percorre há muitos anos as gavetas dos escritórios governamentais: o acesso do Taboão à rodovia Ayrton Senna.

Osvaldo Baradel, empresário e presidente da Agestab

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