SHPP

Delegacia investiga morte de casal em Mogi; corpos foram encontrados em matagal

DIÁRIO

O delegado Rubens José Angelo, titular do Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes, iniciou nesta quinta-feira (9) as investigações com a sua equipe para identificar e esclarecer a causa da morte de um casal encontrado, na madrugada desta quinta, em um matagal na estrada do Quatinga, no Distrito do Quatinga, e apura se as vítimas são dois irmãos sequestrados em Suzano, em 4 de janeiro. Os corpos de um homem e uma mulher já estavam em decomposição, mas apesar disso, a autoridade acredita que eles ainda podem ser reconhecidos no Posto do IML, em Mogi.

“É um caso difícil, mas iremos esclarecer principalmente depois de levantarmos as identidades das vítimas”, disse o titular da Homicídios, na tarde desta quinta-feira a O Diário. Segundo ele, “tudo indica que serão reconhecidos pelas roupas ou tatuagem na perna da mulher, porém caso contrário serão feitos os exames de DNA, o qual podem demorar mais”.

Uma testemunha viu os corpos e chamou a Polícia Militar. O cabo Derencio e o policial Pereira, da viatura 17.203, com o apoio do sargento Datovo e o policial militar Quaiati, também da 2ª Companhia, do 17º BPM/M, preservaram a área até a chegada da Polícia Científica para a realização da perícia.

Os investigadores Valter e Francisco, do Setor de Homicídios, realizaram os primeiros levantamentos.

Para o delegado Rubens Angelo não há dúvidas de que “eles foram mortos por vingança, pois estavam com as mãos amarradas”. Ele e os seus policiais ontem já verificavam se as vítimas mortas estariam relacionadas ao sequestro na madrugada do último dia 4, do ajudante Dionésio Augusto Aparecido Romão, de 23 anos, e de sua irmã Irma da Conceição Romão, de 22 anos. “Eles foram retirados de casa, em Palmeiras, Suzano, por cinco homens armados e sumiram”, concluiu.


Deixe seu comentário