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Casos de Covid em Mogi têm segunda maior alta desde o início da pandemia

Mogi das Cruzes teve, na semana passada, a segunda maior alta de casos de Covid-19 desde o início da pandemia, em março de 2020. Entre os dias 20 e 26 de junho houve 2.493 notificações da doença na cidade, uma média de 356 por dia. O número fica atrás atrás apenas da semana de 3 […]

27 de junho de 2022

Reportagem de: O Diário

Mogi das Cruzes teve, na semana passada, a segunda maior alta de casos de Covid-19 desde o início da pandemia, em março de 2020. Entre os dias 20 e 26 de junho houve 2.493 notificações da doença na cidade, uma média de 356 por dia. O número fica atrás atrás apenas da semana de 3 a 9 de maio de 2021, no auge da segunda onda, quando foram 4.227 resultados positivos para o novo coronavírus – média diária de 603.

Os dados são do Boletim Covid-19, da Prefeitura de Mogi das Cruzes, disponíveis para consulta no site www.mogidascruzes.sp.gov.br, com atualização às 10h30 desta segunda-feira (27). e que leva em consideração a data do recebimento das notificações.

O levantamento também mostra que de 20 a 26 de junho, houve o registro de 4 mortes – três correspondente ao período e uma que estava represada. Não houve notificações de óbitos na cidade entre os dias 13 e 19 de junho, ao contrário dos dois períodos anteriores (6 a 12 de junho e 30 de maio a 5 de junho), que registraram uma morte em cada um, mas também com represamento. Já de 16 a 29 de maio, o sistema não notificou óbitos; de 9 a 15 de maio houve um represado; de 2 a 8 de maio nenhum morador de Mogi perdeu a vida para o vírus; e de 25 de abril a 1 de maio consta a última anotação de morte antes dos registros quatro registros da semana passada. 

O aumento da contaminação acende o alerta para a importância da manutenção dos cuidados preventivos e dos protocolos de higiene para conter a disseminação do vírus, como uso de máscaras faciais cobrindo corretamente o nariz e a boca, principalmente em ambientes fechados, apesar da flexibilização, higienização das mãos com sabão, sempre que possível, ou com álcool em gel, além de evitar aglomerações.

Apesar da escalada da vacinação, com o avanço da vacinação – alguns grupos já receberam a quarta dose -, a ocupação de leitos hospitalares por pacientes com Covid-19 se estabilizou nas duas últimas semanas. Nas unidades de terapia intensivas (UTIs), o índice é de 3%, e nas enfermarias, este percentual soma 0,6%.

O levantamento do sistema municipal mostra, ainda, que entre 13 e 19 de junho foram 996 casos da doença – média de 142 por dia – contra 1.228 (média diária de 175), de 6 a 12 de junho.

Desde o início da pandemia, em meados de março de 2020, até hoje (13), Mogi tem 59.974 casos positivos, 3.282 ativos e 54.844 curados, além de 1.848 mortes. Entre os mogianos que perderam a vida vítimas da doença e suas complicações, 1.387 tinham alguma comodidade e 461 não possuíam doenças pré-existentes.

Ainda é possível, no levantamento, conhecer a faixa etária dos mogianos que morreram vítimas do novo coronavírus ou de suas complicações: 60 tinham mais de 90 anos de idade; 279 (entre 80 e 89 anos); 428 (70 a 79 anos); 463 (60 a 69 anos); 338 (50 a 59 anos); 176 (40 a 49 anos); 75 (30 a 39 anos); 22 (20 a 29 anos); 5 (10 a 19 anos); e 2 (de 0 a 9 anos).

A vacinação, essencial na luta contra a Covid-19, continua avançando na cidade, sendo que, até esta segunda-feira (20), foram aplicadas 390.181 primeiras doses; 368.803 segundas doses; 11.307 doses únicas e 312.489 doses adicionais (reforço).

Para ampliar ainda mais a cobertura, a orientação da Secretaria Municipal de Saúde é que as pessoas cumpram o calendário de vacinação contra a doença, completando o ciclo de imunização, para reforçar as ações de combate ao novo coronavírus. O agendamento para aplicação de doses em crianças, adolescentes e adultos segue no www.cliquevacina.com.br, da Prefeitura de Mogi.

 

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