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Deputado Bertaiolli reforça pedido para reabertura do PS do Luzia de Pinho Melo

O deputado federal Marco Bertaiolli (PSD) encaminhou um oficio ao secretário estadual de Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn, para reforçar o pedido sobre a reabertura Pronto Socorro (PS) do Hospital Luzia de Pinho Melo para atendimento da população com as portas abertas. Há mais de um ano, o local só atende pacientes encaminhados que chegam de […]

20 de julho de 2022

Reportagem de: O Diário

O deputado federal Marco Bertaiolli (PSD) encaminhou um oficio ao secretário estadual de Saúde, Jean Carlo Gorinchteyn, para reforçar o pedido sobre a reabertura Pronto Socorro (PS) do Hospital Luzia de Pinho Melo para atendimento da população com as portas abertas. Há mais de um ano, o local só atende pacientes encaminhados que chegam de ambulâncias encaminhadas pelas Unidades de Pronto Atendimentos e outros equipamentos de saúde da cidade. No documento, o parlamentar diz que “unidade de saúde não se fecha; se abre”.

Ao relatar a situação ao secretário, Beratiolli destaca a falta que faz o PS do Luzia para atender toda a demanda de uma das maiores cidades Alto Tietê, região com cerca de 1,7 milhão de pessoas, que tem Mogi como um Centro de Referência em Atendimento na Rede Pública de Saúde, inclusive quando se trata de Pronto Socorro.

Porém, observa que cidade possui apenas dois Pronto Socorro. Um deles está localizado na Santa Casa, construída há 148 anos, por onde passam cerca de 8,5 mil pessoas por mês. E a outra unidade é Hospital Luzia de Pinho Melo, no Mogilar, onde eram atendidos, aproximadamente 12 mil pessoas por mês até o início de 2021, quando o equipamento mudou a referência, e deixou de atender com a “porta aberta” os moradores de toda a região.

A decisão, como explica o deputado, acabou sobrecarregando a Santa Casa, que reclama de aumento muito grande na demanda e superlotação de leitos de pacientes que precisam permanecer internados após passar pelo primeiro atendimento.  “Após a mudança de referência do PS Hospital Luzia de Pinho Melo, houve uma sobrecarga, muito além do previsto, no PS da Santa Casas e nas três UPAS instaladas na cidade. Portanto, não é justo com Mogi das Cruzes e muito menos com a toda a população da região, que desde fevereiro de 2021 se vê obrigada a andar de um lado para o outro no momento em que mais precisa de um atendimento para um filho, pai, a mãe, um irmão, um avô”, avalia.

Bertaiolli lembra ainda que à época do seu fechamento divulgou-se que apenas casos “verdadeiramente” críticos deveriam chegar até a unidade, mas argumenta a mas argumenta que “não é uma mãe em desespero que tem que fazer essa regulação. “A orientação ao paciente não se faz com porta fechada. Se faz com conscientização. Unidade de saúde não se fecha; se abre”, diz ele.

O ofício do deputado se soma à reivindicação feita por meio de uma moção, aprovada por unanimidade na Câmara Municipal de Mogi, já encaminhada ao Governo do Estado de São Paulo.

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